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A Árvore do Passado

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A Árvore do Passado

Mensagem por A Pena Mágica em Sex 22 Ago 2014, 21:38


PROPRIEDADES DE HOGWARTS

Árvore do Passado



Em um monte nos terrenos de Hogwarts, num local que costumava ser vazio, foi plantada uma árvore, mas não um vegetal qualquer. Ali, no topo do monte existia uma antiga árvore, cuja magia era ainda maior do que a de um Salgueiro Lutador. A árvore era grandiosa, quase assustadora. Possuía longos e grossos galhos e vários cipós que ficavam constantemente pendurados. Seus galhos, apesar do tamanho monstruoso, se moviam de forma calma e serena ao sentir a presença de algum ser vivo, do tamanho que fosse, e respondia balançando de um lado para o outro seus ramos e cipós como a mais leve brisa da manhã.


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por The Horcrux em Sex 22 Ago 2014, 21:42



De volta ao passado



Há dezenove anos atrás os bruxos enfrentaram as trevas. Ministros de todos os Ministérios da Magia se reuniram para criarem um poderoso, necessário, porém trágico feitiço de explosão. Este foi o ápice de um período de terror, dor e sofrimento que começou com um violento ataque da Irmandade, no Halloween do ano anterior e perdurou meses, no que ficou conhecido como o Holocausto do Halloween. Antigos alunos prepararam um memorial em homenagem aos bruxos que morreram no Holocausto. Convites foram distribuídos no mundo bruxo, chamando atenção daqueles que já conheciam a história, e dos que ainda estavam para conhecer.

Existia uma antiga árvore em Hogwarts, cuja magia era ainda maior do que a de um salgueiro lutador. A árvore era grande, com longos e grossos galhos e vários cipós. Seus galhos se moviam de forma calma e serena ao sentir a presença de algum ser vivo, se balançando de um lado para o outro. Porém, a diferença estava nos galhos e cipós. Ao envolverem o bruxo, as memórias mais antigas são sugadas e passadas para a mente dos que estão conectados a ela. Seu núcleo é preenchido por uma forte a antiga magia. As memórias são tão fortes que cada bruxo pode estar numa situação diferente, porém, presos na mesma árvore.

Era a noite do memorial. O céu estava negro, sem nenhuma estrela. A neblina cobria o chão, quase tapando a metade do caule da árvore. Haviam mesas com fotos dos falecidos bruxos, velas e pedaços de varinhas. Ele estava lá, de pé, olhando para a bela e grande árvore. Ela tinha um efeito confortante dependendo da memória que fosse sugada. A memória sempre varia de acordo com o humor do bruxo.

Luch deu alguns passos para trás, se afastando da árvore e voltando para a mesa. Esperava seus amigos e convidados aparecerem. Ele realmente queria relembrar o passado, mostrar aos novos alunos o motivo de algumas regras em Hogwarts terem mudado. Deixar transparente o que foi perdido e ganhado com o Holocausto de Halloween.

O diretor se aproximou de uma mesa negra, passou a mão direta num velho quadro e respirou fundo. Era uma foto da antiga Lady Saphira Du Weldenvarden. A falecida Lady não podia mais assombrá-los, e Luch suspirava com glória ao se lembrar disso.

A baixa iluminação do local atraia alguns animais. Morcegos começaram a rodear o céu. Era possível ver olhos por trás das moitas. Olhos belos e famintos de lobos que viviam nos arredores.

Observações: Ataques são proibidos até a minha liberação, portanto, postem tranquilamente e ninguém irá atacá-los.


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Bess Neliel Vengeance em Sex 22 Ago 2014, 22:04

MEMORIAL
vestindo- isso ;with- me ;lugar- I dont know.

Era uma noite assustadora. Uma noite sem lua e nebulosa. Uma noite perfeita para se ter um memorial não é mesmo. Ainda estava em minha sala quando recebi o bilhete de Luch que solicitava a minha presença e a de muitos outros na grande Árvore do Passado. Não sabia muito bem a razão, a unica coisa que sabia era que com certeza era algo importante. Por isso termino de secar os cabelos e visto-me com calças jeans preta, botas de montaria na mesma cor e longo sobretudo vermelho. Após dar alguns retoques de maquiagem, dirijo-me até a saída e vou até as propriedades do castelo onde se encontrava a árvore mágica.
Luch já se encontrava ali, olhando pensativamente para uma foto. Me aproximo do mesmo e olho por sobre o ombro dele. Ao ver quem estava na foto eu solto um suspiro e sussurro:
- Então foi por causa dela que você nos chamou?


Luch, que não tinha notado minha presença se sobressalta. Já eu vou até a mesa e me sento sobre ela, cruzando as pernas e braços. A noite com certeza seria longa
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Dionisio R. Howard em Sex 22 Ago 2014, 22:06

I Feel Pretty
tédio!
 De longe um homem de rosto tapado por panos assistia toda comemoração sem qualquer pesar dos acontecimentos. Via a frente da arvore um homem que a olhava apreensivo e ao seu redor o restante dos bruxos que habitavam aquilo que denominávamos de mundo bruxo.
Segurava seu jarro de areia enquanto fumava entre as aberturas do pano que cobria seu rosto e procurava seu cantil de rum na sua cintura. 
" Mas que merda... nunca mais escuto a Schatten!"
Olhei para o céu e para a arvore das memórias enquanto escutava os pensamentos mais profundos das pessoas... de fato, as marcas para o mundo bruxo ainda não haviam sumido. 


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Luch Cancheski Drac em Sex 22 Ago 2014, 22:15


Aquela era uma noite muito especial para Luch; um momento importantíssimo onde finalmente poderiam dar uma homenagem digna às vítimas daquele massacre.  Vinte anos depois podem ser considerados tempo demais, mas é claro que nunca é tarde para dar valor a quem amamos. A noite era perfeita. As estrelas abençoavam esse momento e todos vinham prestigiar a ocasião. Até mesmo alguns bruxos que eram conhecidamente envolvidos com algo passível de reprovação estavam ali com suas expressões de luto. Se sentiam seguros em meio a sociedade, afinal, oficialmente não passavam de boatos sem fundamento as acusações em seus nomes. Mas vamos voltar o foco ao que interessa. Para Luch, o Diretor de Hogwarts e um dos principais personagens dessa história, mas do time dos que sobreviveram para contá-la, é claro.

Luch se aproximava de uma foto de Lady Saphira Du Weldenvarden. A essa altura da história servia apenas como pôster sensacionalista de algum jornal em “homenagem” às vítimas. Era bem evidente que muitos homens a achavam lindíssima e muitas mulheres a invejavam e ainda invejam, mas com certeza nenhuma gostaria de ter seguido seu triste fim. Tanto poder e beleza haviam perecido em pó, junto da alma de centenas de bruxos inocentes. Exatamente como ela gostaria de ter terminado a vida, creio eu. O que importa nesse instante, porém, é a paz que se formou desde então. Uma paz tão forte e despreocupada que olhos vermelhos em arbustos e revoadas de morcegos suspeitos não levantavam a mínima atenção da maioria dos convidados. Seria um sinal para maus agouros ou apenas a natureza bocejando de sono em mais uma longa noite?
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Max Sivan Hollingsworth em Sex 22 Ago 2014, 22:16


 Não saberia dizer se era realmente apropriado levar uma vela para o cerimonial, mas achei justo já que são lembranças que serão mexidas ali. Alguém deve lembrar do que aconteceu. Tenho pena de quem se lembra, tempos difícil pelo que ouvi alguém falar no corredor pouco depois de receber o convite. Estava na comunal da lufa-lufa, quase que sozinha, tinha acabado de colocar uma roupa simples que não fazia parte do uniforme, tinha uma amiga que dizia que para ir em lugares do gênero jamais usar negro. Coloquei uma roupa clara e logo que ajeitei o cabelo, que passou o dia todo uma bagunça, comecei a andar lentamente em direção ao cerimonial. Até mesmo peguei algumas flores, sei que são pessoas que não conheço que estarão em imagens e seus nomes escritos em algum lugar apropriado e bem visível, mas elas estiveram entre nós, e algumas delas devem ser mulheres, independente do que fizeram talvez gostassem de ganhar flores. Acredito nisso. 

 A noite estava escura, era um pouco cedo, na verdade nem mesmo sei que horas são, me orientei pela pouca luz que se via de onde a velha arvore. Não imaginava que era tão longe, até mesmo segui um grupinho pequeno de alunos, provavelmente eram sonserinos, não que tenha algo contra, mas me olharam torto assim que perceberam uma loira, com trajes claros e segurando uma vela. Me senti a loira do banheiro, uma lenda urbana dos trouxas, isso me rendeu alguns sorrisos fora de contexto durante o caminho. Mordi os lábios quando finalmente estava próxima. Fiz um gesto de reverencia, como se faz quando se entra em igrejas, não que eu fosse o tipo católica ou coisas do gênero, só achei apropriado, assim como as flores e a vela. 


- Com licença. - Murmurei baixo. Estava entrando em território proibido. Entrando na memória dos outros. Arquejei o ar, sentindo uma coisa estranha. Por algum motivo algumas das imagens me eram familiares, acho que as memórias já estão vagando por mim, como fantasmas. Meus olhos encaram rosto que nunca vi, mas a sensação é como se tivesse os encontrado ontem. Ansiedade e um pouco de tristeza começaram a gotejar dentro de mim. Abanei para o diretor, assim que o vi, mas, duvido que ele preste atenção em uma aluna assim como eu. 
 
Cheguei perto de um retrato, o homem, não posso chamar de homem, o jovem parecia novo demais para morrer, o pedaço de sua varinha estava ali, pedi licença para toca-la. Eu sei o quão as coisas podem ficar complicadas quando não se pede permissão. Uma sensação estranha acariciou meu cabelo, uma breve brisa ao tocar o varinha. E seria para ele a vela. Ele precisava disso mais do que qualquer outra pessoa. Assim o faz. Peguei minha varinha, enfeiticei-a e a acendi. Fiz uma prece por ele. Assim que terminei, me dei conta de que tinha pessoas me olhando. Corei. Disfarcei e voltei a caminha, entre as mesas. Agora tinha flores para distribuir.  


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Tiffany Stockl Bradshaw em Sex 22 Ago 2014, 22:20


Sometimes I feel i've got to

Seu uniforme professoral escondia muito bem o corpo que deveria estar repleto de armas escondidas. Tiffany não sabia muito bem o que estava fazendo ali, apenas escondia as mãos nos bolsos do vestido Alice in Wonderland, azul claro com um avental por cima. Digamos que se vestir daquela forma era um jeito de colocar as crianças para viver no mundo da imaginação e assim ficariam mais facilmente manipuláveis. Esse era o pensamento, era o trejeito. De qualquer forma, a mulher começou a andar, passando por entre as árvores e cipós em volta da grande... como era mesmo o nome daquilo? Seus lábios se franziam de um jeito a demonstrar sua dúvida. Era uma árvore mágica, disso tinha plena certeza, mas sua memória não lhe permitia lembrar agora. Se não lembrava, talvez não fosse importante.

Tiffany passou a língua nos lábios ao se recostar e observar. Havia mesas, cadeiras, o Diretor de Hogwarts e mais alguns presentes, todos nos Terrenos do Castelo sem nem ao menos presenciar a alma morta que vagava, que era ela. Será que alguém notaria presença tão estonteante quanto a da morena? Sua beleza ultrapassava limites, uma vez que a pele clara brilhava sob a luz da lua, mas ela preferia apenas observar e não se envolver. Talvez acontecesse alguma coisa realmente interessante que valesse seu tempo, ou então, nada aconteceria, e Tiffany beberia um gole de whisky de fogo enquanto virava as costas para ir embora. Tudo o que fez, porém, foi esperar, pacientemente, recostada em um tronco, observando a árvore mágica e observando os presentes. Interessante.
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Catarina R. Arathorn em Sex 22 Ago 2014, 22:27

Na literatura francesa a mulher perfeita é aquela que exala o odor de rosas, possui cigarros em suas bolsas, cor de carmim nos lábios, e roupas chiques, condizentes com as situações em que se encontra.  Já em Singapura as mulheres mais perfeitas são aquelas que conseguem lidar com qualquer situação, sem se desgrudar de suas obrigações. Catarina era ambas as duas, e ao mesmo tempo nenhuma. Ela estava ali como sua obrigação, que era apenas garantir que não houvesse pânico, ao menos, que não houvesse pânico até o discurso final.

Não era favorável com aquela comemoração, mas era oficial e portanto ela deveria estar lá. Nunca gostou do efeito daquela árvore, e quase como uma trouxa, tinha medo do desconhecido que ela abrigava. Suas sensações eram falsas, era uma espécie de droga bipolar, que criava o torpor da felicidade para depois mostrar a crueldade humana. Muito daqueles que estavam ali só iam presenciar a crueldade, já que em todas as mesas haviam alguma coisa para lembrar do passado.

Em sua mente tudo rodava como um disco furado. Aquilo era uma ideia frívola e até mesmo egoísta, mas lá estava ela, mantendo a ordem do lugar: Cuidando dos alunos hiperativos que, em tédio, tentavam quebrar os objetos espalhados pelas mesas; e ao mesmo tempo, tentava voltar seus olhos para o diretor Nostálgico.

“Estúpido jovem”, pensava e repetia como um mantra, mesmo sabendo que ele era mais velho. Olhava para o céu sem estrelas e sem uma lua aparente com um sorriso de desgosto nos lábios. A neblina e a falta de visibilidade do céu a incomodava mais do que os olhares de animais corriqueiros do local, pois os selvagens se encontravam entre os convidados e penetras do lugar. Seu olhar de censura direcionavam-se a Luch, tentando falar quase que telepaticamente, “Tem certeza que isso será uma boa ideia?”, mesmo já prevendo a resposta.
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Klaus Vladimir Pocahontas em Sex 22 Ago 2014, 22:37

I Feel Pretty
$$$
 Estava ai um evento social que eu não poderia faltar... rir dos humanos era mais divertido que qualquer ação prevista para a semana.
Assim que recebi o convite do diretor Luch então lembrei-me da era do Holocausto,  meus ideais de força e revolução nunca foram postos tanto a ativa, se não fosse a trupe daqueles nojentos ministeriais...
- Declaro então que o Duende Klaus Vladimir Pocahonta é inocente e suas ações anti-humanas foram todas ministradas pela maldição Imperius, caso encerrado!- Disse o juiz em meu julgamento.
Rir da sociedade me causava prazer. Ver aquelas fotos de bruxos mortos era divino, lembrar da era do Sr. C e Saphira me era gozante. E lá estava eu, com minhas vestes negras e dedos cobertos de anéis de ouro que reluziam conforme minha mão flexionava com a bengala que eu transportava ( minha espada mágica escondida). 
Cumprimentei o diretor Luch e fingi sentir algum remorso pelas vítimas... mas eu apenas sentia saudade da verdadeira era do quase-ouro.

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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Johnny R. Fletter em Sex 22 Ago 2014, 22:40





 

 

Would You Love A Mosterman ? 
"Não levo rosas ao seu tumulo, pois esta viva aqui dentro de mim."

No fim, apenas as verdades seriam ditas, um convite feito, a hora esta próxima, o vento gélido a tocar meu rosto, respiração bem lenta, não sabia ao certo o que era, podia observar que já haviam pessoas por lá a Arvore estava ao centro e algumas pessoas espalhadas, resolvi ficar um pouco afastado, observando até ouvir e ver que tudo estava bem, rostos eram impossíveis de ser vistos a densa nevoa cobria o local, o que aconteceria ? Estaria preparado para tudo . 

 
Vou desenhar seu FIM.
  

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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Lucas von Lich. Collin em Sex 22 Ago 2014, 22:47

Havia recebido a carta sobre um memorial que haveria em Hogwarts, seria perto de uma arvore velha que ficava lá. "Por que não ir..." Seria interessante ver pessoas que passaram pelo Holocausto. Era quase impossível de imaginar algo em tamanhas proporções que aconteceram naquele tempo. Mortes, guerra, tristeza, não era um clima agradável para ninguém, principalmente quando teriam que lembrar do mesmo, mas poderia se dizer feliz, pois havia acabado.
Fui até Hogwarts vestindo uma jaqueta de couro, estava uma noite bonita e estrelada, era uma noite para ser feliz, comemorar algo que passou, mas ninguém esquece de algo que mudou suas vidas. Estava chegando no local, havia pessoas sentadas e algumas luzes. Cheguei mais perto e me deparei com Luch, diretor de Hogwarts, estava observando um retrato que me era um pouco familiar, uma moça bonita, não quis perturbá-lo. Me aproximei de algumas cadeiras e sentei, olhei para o lado e vi algumas pessoas, rostos diferentes. Olhei para uma espécie de memorial, lá estavam fotos de pessoas que provavelmente haviam morrido no acontecimento, pessoas bonitas e diferentes, era triste imaginar que se não fosse por isso, talvez estariam vivos com filhos, ou tendo uma vida tranquila, mas se não fosse pelo Holocausto, Saphira Du Weldenvarden, ou Lady Saphira, estaria viva, causando dor e sofrimento.
-Lady...
Cochichei comigo mesmo, olhei para a foto que o diretor estava olhando, era ela, a Lady das Trevas. Me aconcheguei um pouco e fiquei pensando como seria o Holocausto.
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por A Pena Mágica em Sex 22 Ago 2014, 23:12



De volta ao passado



Todas as pessoas ali presentes começavam a conversar entre si, ansiosas pelo início da experiência que prometia ser de incrível realidade. Alunos, professores, ministeriais. Toda a sociedade se reunia ao redor da árvore e o fim da noite se aproximava. Luch, o Diretor de Hogwarts se aproximou do tronco do majestoso espécime e começou um longo discurso inflamado que fazia uns chorarem e outros bocejarem. Também contou o que viria por hoje e aconselhou a todos tocarem em alguma parte da grande árvore do passado. Os bruxos, empolgados, começaram a se movimentar e faziam a árvore se agitar um pouco mais. Seus ramos e cipós começaram a prolongar ao redor de todos os presentes e a envolve-los de forma calma e macia.

Assim como na penseira, os fios de prata que formam as memórias de bruxos, saiam de suas cabeças suavemente e se entrelaçavam com os cipós, subindo para a copa da árvore. De todos os lados finas linhas como fumaça sutil avançavam para o ar e em pouco tempo toda a folhagem brilhava em uma coloração prata. Todos foram envolvidos em uma sensação anestésica no corpo e em pouco tempo, o ambiente era outro. Seus corpos, tão reais como nunca estavam nos arredores de Londres, numa noite tão bela quanto a de onde saíram. No céu, vultos e jorros de luz explodiam como fogos de artifício, mas para olhos treinados aquilo não era fim de ano, era guerra!

Ao aterrissar no passado, bruxos e bruxas acabaram em lugares diferentes. Luch, Catarina e Bess notaram estar em vassouras, voando entre ataques luminosos e comensais enraivecidos. Do outro lado, também em ar estavam Dionísio, Tiffany e  Jhonny, flutuando bem acima da entrada secreta para o Ministério da Magia. No solo, Max, Lucas e Klaus caminhavam pelas ruas. Klaus estava numa esquina e os dois lufanos em outra. Independentemente da posição dos presentes, todos podiam ver e muito claramente uma mulher avançar calmamente até a Entrada não tão mais secreta para o Ministério. Ela emanava uma aura negra e impossível de não notar. Era a própria Lady das Trevas, Saphira Du Weldenvarden.

Antes mesmo de qualquer comentário, comensais do passado pareciam perceber a presença dos novos personagens nessa história e voavam para ataca-los. Um deles tentava estuporar os alunos no solo. Outros miravam na vassoura de Dionísio, especificamente. Um grupo tentava derrubar Catarina e Luch com a força do próprio corpo. Estava criado o verdadeiro caos.

ATENÇÃO: Todos os citados estão presos na postagem e precisam se defender se quiserem sair dessa. Os ataques são diversos e destinados a todos. Eles vem de todos os lados, defendam-se até a próxima postagem da narração. Para cada feitiço utilizado deve-se rolar os dados, como é explicado no tópico de Mestrado. Boa Sorte!



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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Tiffany Stockl Bradshaw em Sex 22 Ago 2014, 23:34


Sometimes I feel i've got to

É claro que não prestava nenhuma atenção nas palavras do Diretor de Hogwarts, porque não felicitava-se com sua voz. Sabia que era por conta de pessoas como Luch que sua servidão agora era em segredo e que Saphira estava realmente viva, mas precisava se esconder. Enquanto isso, Tiffany era obrigada a presenciar fatos ridículos como este. Ela revirou os olhos, não deixando transparecer o seu desprezo pelo lugar, mas ainda assim se aproximando e fazendo o que todos faziam. A tal árvore que sugava memórias. Que memória será que sugaria da morena? Talvez alguma memória boa, de um passado distante? Talvez um passado que nunca existiu? Ela estava deveras curiosa para descobrir, portanto, ao levantar os delicados braços para junto de um grande cipó que se mexia, deixou que o ser vivo se enrolasse em seu corpo como se fosse uma grande cobra e fechou os olhos.

Não era dor, era como um anestésico, bom e ruim ao mesmo tempo. Estava sob os efeitos de uma morfina muito da porcaria, mas aproveitaria mesmo assim. Sentiu algo ser puxado de sua cabeça, como uma seringa invisível sugando o líquido de sua memória e suspirou. Logo em seguida, seus pés ficaram frouxos, não podendo mais tocar o solo. Tiffany, como controladora de tudo o que a cercava, abriu os olhos de repentino, e pode sentir o vento em seus cabelos e seu corpo em uma vassoura. Ao olhar para baixo, reconheceu comensais da morte e sua rainha mais suprema: Saphira. Era uma batalha que Tiffany não podia intervir. O fato de não estar disfarçada fazia tudo aquilo ir por água a baixo. Desviando de feitiços e indo pelo caminho mais longo e mais seguro, alto demais para qualquer um alcançá-la por ambos os lados, Tiffany mergulhou em sua vassoura em direção de Saphira para tentar falar com aquela para quem servia. Se fosse entrar na guerra, precisaria de um lado. Porque seu traje professoral e seu rosto à mostra não podiam ser descobertos. Era um disfarce que jamais poderia ser descoberto, jamais. Por ninguém, até mesmo por seus iguais. Sabia que estava presa em uma memória conjunta e que poderia se machucar muito com aquilo, mas não dera ouvidos à sua sanidade. Tentou ao seu máximo chegar perto de Saphira, pousando a vassoura por perto de onde a mestra estava e a encarando nas sombras da noite. Sabia que iria reconhecê-la. Tiffany precisava de sua máscara, da máscara que usava sempre que se reunia aos comensais da morte. Ou, então, precisava se esconder e proteger a si mesma e aquela que servia.
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Dionisio R. Howard em Sex 22 Ago 2014, 23:43

I Feel Pretty
tédio!
 A tentação foi maior que a vontade de me manter longe e logo minha mão encontrava o tronco e eu abria todas as minhas barreiras mentais, ver Sienna novamente era irresistível...
[...]
E numa Finta Dionisio se livrou de dois aurores que colavam em sua traseira, luzes brilhantes tomavam o ar enquanto o vento passava de forma ligeira nos olhares de Dionisio, sua Firebolt era esplendorosa. 
- Crucio!- Logo um vulto colorido tomou direção à vassoura do comensal que rapidamente apontou a varinha para uma das torres- Carpe Retractum!
Logo então o comensal foi tirado da rota de fogo e quando teve visão de quem o atacara, percebeu que nada mais era que outro comensal semelhante, na verdade: Valquíria Schatten.
- HAHAHAHAHAHA, viva a revolução!- Falava a bruxa em pé sobre a vassoura.
- Estas louca, Val?!- Perguntou
- Louca?! Eu?! HAHAHAHAA
- Bombarda Maxima!- Disse Dionisio apontando sua varinha para a comensal e logo a mesma estourou sem sequer se defender.
Logo tudo fazia sentido na mente de Dionisio e antes que outros feitiços lhe fossem proferidos, Dionisio deu meia volta na vertical e abriu distancia da zona de batalha, quando caiu no chão e logo retomou-se à um estado que não ficará a anos.
- Búh!
Logo então o comensal levantou-se gargalhando, estava fora de si, e com a leveza de uma pena apontou a varinha para aquele grupo de estudantes que lutavam contra a Lady.
- Avada Kedavra!- Bradou contra o líder.
Logo então tentou voltar a si. Segurou o pulso que ardia e sentiu de volta ao seu braço a marca negra acompanhada de sangue. Novamente havia na sua cabeça o descontrole de leitura mental, escutava todos e novamente Dionisio estava fora de si. 
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, isso não aconteceu!- Tentava se livrar da situação- Minha crise de loucura foi no Ministério... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Logo um comensal aparatou a sua frente com a varinha apontada para sua cabeça, logo então antes que o mesmo tentasse um ataque,Dionisio invadio sua mente e estourou qualquer linha memorial que existisse, deixando o homem esclerosado. 
-Isso tem que acabar ou perderei o controle!- Falou enquanto se recuperava do ataque contra o comensal- Eu não vou suportar matar mais um...
Sua respiração era ofegante.
[ Números 5 e 9]

"line-height: 100%; width: 400px; letter-spacing: 2px; font-family: Trebuchet MS; font-size: 9px; text-shadow: 0px 1px 0px #000; text-align: center; color: #1C1C1C;">
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Max Sivan Hollingsworth em Sex 22 Ago 2014, 23:55


Não tinha terminado de distribuir as flores, sinto o cheiro da ultima em minha mão, fito o diretor, ele iria começar seu discurso, procuro um lugar entre as pessoas presentes, nunca havia visto tantos estranhos nestes três anos. Virei olhar, procurava qualquer um que fosse conhecido, só para ter certeza de que não estaria sozinha realmente no meio da multidão, mas este meu gesto de salvação foi falho. Mordi os lábios com força, alguém me empurrou. 

Suspirei em alivio quando Luch começou seu discurso, aquele ar ainda estava pesado, eu até mesmo senti meus olhos lacrimejarem, sabe... Tenho que reconhecer que sou um pouco emotiva, mas isso não me faria chorar, ainda mais no meio de tanta gente sei que de qualquer forma eles não ligariam realmente se chorasse ali, até mesmo uma mulher um pouco mais velha alguns passos de mim estava com um lenço limpando as lagrimas que volta e meia brilhavam em sua bochecha. Mesmo com pouca luz era visível a reação dos outros.. Sabe, me desliguei por alguns instante e estavam todos se dirigindo próximos a arvore. 

Fiz o mesmo, busquei um lugar entre as raízes, me sentei no chão, encontrei-me durante algum tempo observando os outros, ainda com a flor na mão. Lentamente percebi que a flor foi se soltando. Observo a flor enquanto as coisas parecem deixar de existir, quando percebo a flor se transforma em uma varinha. Mas não sou destra. 

...  


Durante alguns segundos, o suficiente para perceber a aura negra que caminhava até nós, agora provavelmente estávamos em uma, tinha um outro garoto lá, acho que todos estavam lá, isso era assustador e empolgante. Arquejei, a mulher que vinha, ela estava em uma das molduras... Isso seria real? Olhei para os lados, me belisquei. REAL. Em um piscar de olhos estava rodeada por homens e mulheres que vestiam negro. Entendi naquele exato momento que as coisas pegariam fogo.  

 - Cuidado! Gritei para um garoto, ele era lufano, já tinha o visto vez ou outra, pareceu um pouco perplexo ao ver a mulher, eu também teria ficado, mas algo me disse para cuidar. Estamos em guerra. Meu olho arregala. Morreríamos? Não. Não. Não. Sei meu futuro, e não é no passado que eu ficarei. - Se abaixe! - E assim que ele se abaixou apontei para o feitiço que tinha de um dos seres de negro. - Aberratio Ictus! -Foi o primeiro feitiço que me veio a cabeça. E esperava realmente que ele funcionasse. Porque se não funcionasse estaríamos um pouco mais perdidos. 




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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Luch Cancheski Drac em Sex 22 Ago 2014, 23:57


Aos poucos o lugar ficava abarrotado. Luch ficou feliz de ver tantos alunos prestigiando o momento. Com certeza seria educativo para eles vivenciar aquelas memórias tão trágicas, porém precisas de um dos momentos mais marcantes da Era Moderna Bruxa. Ao longe uma figura conhecida olhava para o ex-lufano como se quisesse indicar sua opinião, nada otimista sobre a situação. Luch se aproximou de Catarina, sua vice-diretora e comentou sobre sua aparência: - Nossa, está impecável, jovem. Poderá ser minha assistente de palco? Hm.. Ok, péssima brincadeira. Acho que está na hora de começar o show. - O Diretor sorriu e deixou a mesa em que estava encostado, se dirigindo até a árvore para anunciar o evento e explicar um pouco da experiência que todos viveriam ali. Um pequeno discurso formal:

- Pois bem, Comunidade Bruxa pela qual prezo com intensa dedicação. Nosso passado é escrito a sangue e suor de bruxos e bruxas que, infelizmente, não podem estar ao nosso lado agora. Ao longo da vida tivemos muitas perdas, mas graças ao bom Deus, isto ficou apenas no passado, como deve ser. – Luch olhava a todos que estavam em um semicírculo do mesmo enquanto continuava seu discurso. – Eu não poderia descrever com palavras os momentos angustiantes que foram vividos por mim, meus amigos de escola e muitos outros bruxos naqueles momentos, mas podemos e iremos reviver um pouco dessa história viva com a ajuda dessa poderosa árvore mágica. Peço a todos que se organizem ao redor de seu tronco e deixem-se levar pelas lembranças. Os cipós suavemente os tocarão e os levarão a ver mais do que aqui existe, os levarão diretamente ao passado!

Todos se movimentavam e procuravam um cantinho de madeira ou folha que pudessem tocar. A sensação era de uma pequena dormência ao encostar nela. Em pouco tempo estavam todos embrulhados em ramos e cipós e adormeciam milésimos de segundo para acordar em um cenário completamente diferente. Luch estava ao lado de Catarina e Bess, uma professora de Camuflagem de Hogwarts. Ele estava em sua velha amiga vassoura. Que o acompanhava desde Hogwarts, como aluno. O céu estava escuro, mas dentro das nuvens clarões revelavam um quadro aterrorizante para o Diretor. Um dos dias mais terríveis de sua vida, quando tudo mudou. O olhar de Luch percorria os céus em busca de seus amigos, mas nada encontrava. Avistou alguns rostos conhecidos e sentimentos estranhos lhe passavam pela cabeça. O fim total de sua sanidade parecia ter chegado quando avistou Saphira Du Wedelvarden invadindo o Ministério com a calma característica, mas estranhamente não se lembrava de estar nessa posição quando tudo de fato aconteceu.

Uma labareda tomou o braço de Luch e chamuscou sua roupa, queimando uma parte de seu antebraço. Aparentemente, os comensais e seus feitiços, apesar de serem memórias, eram muito reais. A dor era real. O ar pesado e cheio de cinzas era mais do que real. A guerra tinha chegado até os convidados do futuro e eles precisavam agir. O Diretor sentia a necessidade de impedir a Lady, mesmo que aquilo não fosse mudar seu presente, porém antes mesmo de agir, foi impedido por uma forte pancada de um comensal que se chocou contra ele com a própria vassoura, desestabilizando-o. Luch se agarrou com as mãos no cabo de sua Firebolt e numa acrobacia digna de seus tempos de Artilheiro, retomou o controle. Sacou sua varinha e lançou um feitiço em direção ao pescoço do alvo – FODIO! – e desviou de uma saraivada de feitiços perdidos que enchiam o ar de um show de luzes sem ver se acertou o último ataque.

Luch tentava mergulhar em direção aos alunos e lançou um feitiço de proteção para tentar ajuda-los antes de dar um looping e se dirigir para a Lady – Protego! – Se tudo deu certo ele tinha conseguido defende-los de um ataque e agora voava em busca de Saphira, ou da ilusão dela.

12 e 9

Luch Cancheski Drac
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Cargo : -


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Johnny R. Fletter em Sab 23 Ago 2014, 00:02





 

 

Would You Love A Mosterman ? 
"Não levo rosas ao seu tumulo, pois esta viva aqui dentro de mim."

Palavras e mais palavras estava distante, contudo podia ouvir cada letra que era falada pelo diretor, bocejava, me movimentava, dava tapas em meu rosto para tentar ficar acordado com aquele tedioso Discurso. Acho que dormi pois ao abrir os olhos me desequilibro de algo que não sabia o que era o vento agora estava mais fortes e uma luz parecida com um feitiço vinha em minha direção *Retiro uma das mãos da vassoura -Finite Incantaten. Na direção do Feitiço que em minha direção vinha tentando de alguma forma expelir ele  -O que esta acontecendo ? Olhava para 2 Pessoas ao seu lado . Poem um sorriso em seu rosto -Vamos Brincar IIIIIIIIIIIHAAAAAA . *Direciona a vassoura se aproximando do homem que ali estava -Fianto Duri.

Tentando Proteger os dois dos  proximos Feitiços que estava sendo lançados .
[Números :10 e 7]

 
Vou desenhar seu FIM.
  

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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Viktoria Conan Doyle em Sab 23 Ago 2014, 00:02

O membro 'Johnny R. Fletter' realizou a seguinte ação: Lançamento de Dados

#1 'Mestrado' : 8

--------------------------------

#2 'Mestrado' : 13
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Varinha : Hm, querendo saber o tamanho da minha varinha, né?


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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Catarina R. Arathorn em Sab 23 Ago 2014, 00:15


Sentada à mesa destinada aos funcionários de Hogwarts, Catarina presenciou o discurso, mesmo sem prestar atenção nas palavras e em seus significados. Suas mãos ansiosas mexiam em um porta retrato feito de pura prata, tamborilando os dedos no vidro, esperando para o pior. Que obviamente, aconteceu.

A sensação que a árvore trazia para todos era algo parecido com a morfina, para depois  todos os conectados sentirem o golpe da falsa realidade, porém, muito convincente, forma-se ao seu redor, mostrando uma Londres decadente e perigosa. Era a mesma sensação de um soco no estômago, principalmente quando aquelas não eram suas memórias, era apenas o emaranhado que havia se tornado quando várias mentes complexas foram conectadas.

Como Catarina previra, aquele memorial era apenas uma mais uma ideia de Luch que havia dado errado e que, novamente, poderia matar todos eles, principalmente agora que estava há vários metros do chão em uma vassoura que – ainda bem – estava em condições favoráveis para o voo.  Mas sua expressão continuava serena e os olhos pensativos, enquanto ainda não era notada, ainda como se “materializando” naquele lugar tentando entender a guerra que acontecia. Mas não precisou de muito esforço para identificar a sombra negra que pairava sobre a cidade.

A figura jocosa de Saphira, Capaz de proporcionar arrepios até mesmo nos mais valentes de todos os bruxos. Seus lábios repuxaram-se em sinal de puro descontentamento.  -  Você conseguiu o que queria, Luch. – Sussurou ao vento, deixando transpassar um leve suspiro de preocupação, já pegando a varinha em mãos, segurando o cabo com força, esperando não ter de usar nenhum feitiço naquela noite.

Infelizmente, não se pode ter tudo na vida. A dor naquele lugar era real, assim como os perigos escondidos. Em pouco tempo havia um corte em sua bochecha e  Comensais começaram a notar a presença de todos, começando a atacar.  Como uma reação lógica, Catarina empurrou a vassoura para baixo, acelerando a velocidade em si, enquanto tentava escapar de alguns feitiços no céu.  Mas não foi o suficiente, não demorou muito para que um comensal emparelhasse junto a sua vassoura, jogando todo o peso do corpo em cima dela, como uma competição junto com um baque. Sua vassoura foi para o lado com força, e ela se agarrou no cabo com uma força maior ainda, deixando suas juntas brancas e doloridas.

– Estupore! – Lançou o feitiço com um leve aceno da varinha, mirando no comensal que havia lhe ataco recentemente com a força bruta; Realizou uma manobra, puxando a varinha totalmente para baixo, indo mais rapidamente graças a força da física empregada na queda, e talvez, conseguindo se livrar na perseguição para depois lançar um outro feitiço, desta vez um não verbal “Bombarda maxima” sendo mirado em outros comensais, meio as cegas.

Sua vassoura havia chegando perto o suficiente de Luch para que ele pudesse ouvi-la –   Algum plano? – Mas claro, ele não a ouviu. – Imbecil. – Pela primeira vez havia a expressão de raiva em seu rosto, assim que via a vassoura dele seguir Saphira. Catarina não pensava, apenas agia naquele momento, desviando dos feitiços lançados, tentando proteger os alunos naquela confusão. Mas como fazer isso se ela mal conseguia garantir a sua própria segurança? - Vão para um lugar com teto. Gritou aos ventos, em tom sereno, pedindo para que os alunos fugissem e não ficassem parados como moscas mortas.
[13 e 9]

Catarina R. Arathorn
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Klaus Vladimir Pocahontas em Sab 23 Ago 2014, 00:19

I Feel Pretty
$$$
  
" Ah, agora depois deste discurso terei que tocar nesta árvore..."- Pensou Athos enquanto os galhos tomavam seu corpo.
[...]
O que estava acontecendo?! Ele estava ali novamente, reconheceria aquela rua como ninguém. Era o ápice de sua revolução, correu então na rua com sua bengala em mãos em direção ao bar da Traveris onde seus companheiros esperavam o sinal, mas se lembrava bem daquele evento... logo então dois aurores apareceu à frente do duende que parou e ficou a observa-los.
- Eu sou apenas um duende!
- Sr. Pocahontas, o sr. está preso por filiação às artes das trevas!
- Hahahahaha, estamos em nosso ápice! Vocês não podem me prender!
- Não daremos outro...- Logo a lâmina da espada cortava o auror ao meio.
O outro auror correu em direção a multidão e quando os olhos do anão seguiu o auror, viu a mulher lá. Saphira, a grande Lady pronta para o seu show. 
"Isso não é real..."
Logo então olhou para os lados e se deu conta que já havia vivido aquilo, que aquilo não era real, sabia como terminaria. Sabia o que aconteceria no porvindoiro daquela noite, então ajeitou seus trajes e em passos calmos voltou em direção contrária a que seguia e logo que saiu da rua a mesma explodiu. Olhou para as pessoas e de canto percebeu que tudo era apenas uma memória..
Klaus Vladimir Pocahontas
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Lucas von Lich. Collin em Sab 23 Ago 2014, 00:24

Estava sentado no banco, pensando sobre o passado, como deveria ter sido, pego minha mochila e abro-a, havia alguns papeis, um maço de cigarro e um livro antigo. Não sabia por que estava ali o maço, fazia tempo que não fumava. Balancei a cabeça, não é tempo agora. Fechei a mochila e olhei com atenção o diretor Luch fazer o discurso. Estava com sono então fiquei de olhos fechados mas prestando atenção no discurso, passou um tempo e escutei o som de cadeiras se arrastando, abri e as pessoas estavam se levantando e caminhando até a arvore. Me levantei e observei com a mão no bolso da jaqueta. Algumas que tocaram, logo foram agarradas gentilmente pela arvore. Haviam muitos já entrelaçados na arvore ao mesmo tempo que um galho lhes sugavam uma especie de fio branco de cabelo pela suas cabeças "Luch deve ter dito algo sobre lembranças dessa arvore" pensei, me aproximei desconfiado, coloquei uma mão e os galhos se entrelaçaram sobre a mesma gentilmente e devagar, como um visgo do diabo. Não gostava da ideia de ficar preso em uma arvore, parecia desconfortável, mas se o diretor nos aconselhou, por que não. Ainda com parte do braço preso a arvore, coloquei minha mochila perto da arvore de modo que eu pudesse me confortar na mesma enquanto estivesse preso. Me aconcheguei no lugar e deixei a arvore se entrelaçar sobre mim. Não era realmente como o visgo do diabo, não incomodava tanto e não apertava, só encostava os galhos, como um abraço aconchegante. Fechei os olhos e me deixei levar, por um instante nada aconteceu, então senti algo diferente, como se algo estivesse sendo sugado de minha cabeça mas de forma leve, então escureceu-se.
Abri os olhos e estava em um lugar diferente, um pouco caótico, havia uma garota ao meu lado, bonita para ser preciso, do outro lado da rua havia um homem, parecia ser ganancioso. Olhei para os lados da rua e cochichei:
-O que está acontecendo?
Então me deparei com uma mulher andando no meio da rua, uma mulher com vestes negras, havia visto ela em algum lugar.
-Não pode ser...
Lady das Trevas, ou Saphira Du Weldenvarden, andando pela rua. Em questão de segundos escutei a garota gritando em minha direção, olhei para onde ela estava apontando com a varinha e dizendo um contra-feitiço.
-Mas que mer...
Pulei agarrando a garota, fazendo os dois caírem no chão.
-Desculpe a arrogância mas... Você está maluca? Comensais não lançam expeliarmos! eu acho.
O Feitiço continuava em nossa direção então puxei a varinha e apontei para o mesmo e disse na esperança do feitiço não ter um contra-feitiço:
-Speculum.


OFF; não consegui utilizar o código dos dados.
Lucas von Lich. Collin
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Bess Neliel Vengeance em Sab 23 Ago 2014, 00:38

O passado
vestindo- isso ;with- me ;lugar- I dont know.

Logo após o discurso de Luch, todos fomos convidados a tocar em alguma parte da árvore. Assim como todos, eu me levantei e caminhei em sua direção. Toquei um galho que estava próximo de mim e automaticamente fui envolvida pelos seus ramos e eu fecho os meus olhos. Sabia o que veria a seguir e sabia que eu não iria gostar.
Quando abro os meus olhos, vejo-me sob uma vassoura puída. Olho para baixo e me forço a ver o que estava acontecendo no local. Havia clarões e vultos negros, mas não conseguia distinguir nenhum rosto conhecido. Ao meu lado estava Luch e Catarina, o que fez com que me sentisse aliviada por um momento. Apenas por um breve momento. Logo somos alcançados pelos Comensais que começam a nos atacar. Apesar de ser apenas memórias, pergunto-me o que aconteceria se fôssemos machucados ali. Eu é que não ficaria parada esperando para ver. Então Luch e Catarina tentavam se desvencilhar de alguns que tinham os alcançado, eu tentava escapar de um. Inclino sob a minha vassoura e tento voar o mais longe possível. Saco a minha varinha vejo uma rajada de luz vindo em minha direção então eu recito o feitiço:
- Protego! - Então me viro para o atacante e digo:
- Impedimenta! - O alvo fica paralisado instantaneamente. Penso em lhe lançar outro feitiço, mas aquilo era o passado e eu não sabia o que acarretaria se eu saísse matando todo mundo. Então me afasto novamente com a vassoura e saio em busca de Luch e Catarina.





[ROLL=MESTRADO]1[/ROLL]
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por A Pena Mágica em Sab 23 Ago 2014, 00:55



De volta ao passado



Tiffany preferia fugir do que atacar os comensais ou ministeriais que não a entendiam muito bem no campo de batalha, afinal haviam se passado vinte anos. Saphira não a olhou, mesmo que ela tentasse gritar e se aproximar seria em vão. Sua vassoura, em um momento de distração foi afetada por um feitiço incendiário e começou a pegar fogo. Ela perdia equilíbrio e precisou pousar no prédio mais próximo.

Dionísio estava em um estado de loucura, praticamente, atacava sem dó nem piedade seus inimigos, ou melhor, a memória dos inimigos que eram vaporizados ou simplesmente assassinados da forma mais convencional.  Bombardeou com sucesso a vassoura de uma Valquíria-memória que não se abalou e apenas saiu aparatando dali gargalhando. Seus feitiços foram certeiros, inclusive sobre um dos alunos-memória que caiu, desfalecido. Os colegas deste aluno revidaram e acertaram de raspão o braço do Mercenário que se escondeu atrás de uma parede.

Max desviava dos feitiços como podia. Por ser uma aluna, assim como Lucas, ainda não estava acostumada com a pressão do combate. Tentou evitar os feitiços usando magia e foi bem sucedida, impedindo em partes um feitiço estuporante, que ricocheteou no chão próximo ao seu pé e a fez quase dançar para desviar dos ricochetes. O feitiço bateu em pelo menos três paredes e voltou para seu atacante que caiu, desmaiado.

Luch lança um feitiço contra seu atacante e se liberta de uma enrascada. O comensal fica se contorcendo enquanto tenta se equilibrar na vassoura. Uma ardência que não é nenhum fogo, começa a ataca-lo no pescoço e em pouco tempo ele some entre as nuvens, desesperado. O Diretor ainda mergulha para tentar ajudar os dois lufanos, mas seu feitiço não funciona e ele é acertado drasticamente por um feitiço que o derruba da vassoura e faz rolar no chão. Ainda bem longe de Saphira, seu alvo.

Jhonny começou se defendendo de feitiços que vinham ao seu encontro muito bem. Voou um pouco para despistar os perseguidores e parou ao lado de dois, que o cercavam. Tentou usar um feitiço em um homem, mas este falhou totalmente e acabou apenas chamando a atenção do indivíduo que começou a perseguí-lo.

Catarina sabia que algo assim podia acontecer, por isso estava tão exaltada com Luch, mas não pensou duas vezes em se defender e atacar alguns comensais. Infelizmente errou um feitiço de estuporação, o que apenas deixou o comensal mais irritado. Por sorte, seu segundo feitiço funcionou muito bem e explodiu o bando de comensais que vinham em sua direção com muito ódio. Com o caminho livre, a vice-diretora pode seguir até os alunos e tentar protege-los ou ao menos acompanha-los, enquanto assistia a tentativa falha de Luch em alcançar a Lady.

Klaus apenas fugia, mas ao menos percebia que não era tão real. Correu em direção ao final da rua e uma explosão o afetou, lançando-o alguns metros de distância e causando uma dor absurda no tórax. Apesar de consciente, Klaus não aguentava fazer mais muita coisa.

Lucas estava perdido, sem saber o que fazer. Estava boquiaberto de ver a Lady de perto e por um segundo quase não conseguiu agir. Por sorte teve reflexos para tentar um desvio físico de uns feitiços e sacou sua varinha para tentar a sorte com seu próprio ataque. O speculum, porém, não surtiu efeitos e um feitiço estranho o acertou a perna, que ficou dormente. O lufano começou a se equilibrar apenas um uma das pernas para não cair.

Bess observa Catarina e Luch ao seu redor, tentando se defender e fica na defensiva, esperando algo vir em sua direção. Um jorro de luz parecia destinado a sua cabeça, mas foi facilmente defendido com um feitiço. O segundo porém, não foi tão bom e o Impedimenta não impediu o comensal de passar voando tão próximo que a desorientou e a fez ficar pendurada pela vassoura, segurando com as mãos.

Assim que Saphira, com seus lentos passos, finalmente adentra no Ministério e some de vista, tudo parece se movimentar em câmera lenta. As gotas de uma chuva que acabara de começar. Os comensais, os feitiços, tudo! Menos os viajantes do tempo, que podiam apreciar cada detalhe em suas minucias. Aquele clima incrivelmente estranho e singular foi interrompido porém por uma risada altíssima e diabólica de Dionísio. Mas não era o Mercenário do presente que havia feito tal som absurdo. Este berro vinha ecoando no ar. E então como num tufão tudo se acelerou e num redemoinho veloz, tudo mudou.

O cenário agora era outro. Os nove presentes estavam no Átrio Principal com inúmeros homens de terno de uma cor roxa, muito escura. No Centro do local haviam duas figuras, o falecido Ministro da Magia, há vinte anos atrás em uma discussão incrivelmente tranquila e carregada de filosofia com a então Lady Saphira Du Weldenvarden. Os sons eram confusos, nada podia ser entendido além de palavras soltas em frases “dor”, “fim”, “jamais”, “luta”, “futuro”. Os viajantes do tempo agora observavam uma cena épica em que todos os Ministeriais e aurores erguem suas varinhas e numa sinfonia de vozes, recitam algo inaudível. Uma explosão se sucedeu, assim como nos livros e fogo tomou conta de tudo. Entulhos desmoronaram, corpos foram mutilados. Por sorte, e digo, muita sorte, ninguém do futuro se feriu gravemente. Apenas alguns arranhões e queimaduras, mas os demais do passado. Jaziam todos mortos em uma ruína em chamas. Um caixão infernal e nada podia ser feito.

Luch e Max estavam em um canto junto de Dionísio. Bess, Klaus e Tiffany mais próximas da saída, porém Klaus estava com uma madeira prendendo sua perna e não podia sair. Tiffany possuía uma dor lancinante no braço, graças a uma queimadura bem feia. Lucas havia desmaiado ao inalar a fumaça e Jhonny tinha um corte feio na cabeça. Catarina, por sorte, não se feriu, mas estava enlouquecendo com o calor absurdo. Os presentes ainda acordados puderam ver uma figura interessante, uma Dama de Vermelho, andando sem medo entre as chamas como se o fogo fosse seu habitat. Ao seu lado um vulto, que mesmo com toda fumaça, era facilmente reconhecido. Saphira Du Weldenvarden, viva, mas por pouco e nem um pouco bela quanto antes, em um estado deplorável. As duas passaram sem se importar com os demais e alcançaram a saída. A Dama de Vermelho, sorria triunfante e desaparatou carregando a não-tão-exuberante Lady.

Max, a lufana Clarividente berrou do que parecia medo e susto, mas na verdade era uma visão. Uma das muitas que ainda teria conforme descobrisse seus poderes. Ela se ergueu com um olhar vazio e recitou com uma voz robótica uma frase carregada de poder: "O mundo ficará gelado, coisas impuras borbulharão da terra e grandes tempestades virão com relâmpagos a iluminar. Fogo, bestas apodrecerão e seus corpos retorcidos tombarão. Nossos Grandes Mestres se erguerão da terra, quebrarão seu jejum na primeira parte de nós e nos consumirão inteiramente.Todos reconhecerão os últimos tempos pela Era do Sangue Fraco, que marcará os monstros que não podem procriar. Reconhecerão pelos Sem clã, que virão sob as sombras negras para imperar. Os bons reconhecerão as almas selvagens que nos caçarão, até mesmo, nas mais fortes cidades. A bondade verá o despertar do mal mais antigo. E aqueles que se alimentam dos corações florescerão e os Membros se aglomerarão. A carne será tão rara quanto as safiras. O sol ficará negro. Brilhe de negro sol! Brilhe de sangue a lua! Corpos mutilados pelos que possuem o passado sombrio do Holocausto retornarão e este dia, próximo estará." Após o esforço, ela desmaiou nos colos de Luch.

O local estava condenado e iria desabar a qualquer momento. Os presentes precisam sair ou estarão condenados para sempre. No caminho de Bess, Tiffany e Klaus apenas duas madeiras cruzadas bloqueiam o caminho. Luch e Max, assim como Dionísio estão isolados da saída por um grande buraco em chamas.  Dentro do buraco, sobre um pedaço de terra um pouco afundado estavam Catarina, Jhonny e Lucas, bem mais próximos das chamas.

ATENÇÃO: Saiam daí. Sobrevivam. Precisam chegar a saída e podem usar os meios que acharem melhor. Feitiços e ações que visem a saída serão avaliados. Coloquem 3 números entre 0 e 20 na postagem para o fator Sorte. Boa Sorte!




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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Dionisio R. Howard em Sab 23 Ago 2014, 01:17

I Feel Pretty
tédio!
 E aos poucos eu me deparava com o monstro em que a necromancia havia me transformado, e como meus poderes eram ilimitados... aquela cena... aquele tris, aquela queda.... por um momento eu não me lembrava de como havia saído há dezenove anos... o que aquela garota dizia?! Não havia sido então o fim aquele episodio?! Se a clarividente estava certa... as profecias de Saphira estariam exatas e todas as contas e meus estudos, até hoje, com base num dos livros de Saphira, estariam certos... mas não era possível... 
Logo então eu precisava pensar, peguei meu cigarro no bolso e acendi-o numa das chamas e comecei a fuma-lo. Neste momento, enquanto as estruturas faziam tac tac, eu me levantei com o cabelo no meio do rosto e saquei minha varinha apontando-a em direção ao buraco de fogo que me isolava da saída. 
-Partis Temporus!
Logo uma fenda foi aberta na chama e eu passei entre a mesma saindo do local e deixando todos ali. Era frio e assim que cheguei à saída, deparei-me com o antigo Dionisio. Doido e poderoso, tudo o que eu não queria ser. O homem então olhou para mim e em seu rosto uma enorme queimadura reinava.
- Olhe para mim! As ruínas fazem-se, agora, fisicamente de ruínas! Eu... ahahahahaaha, apenas um doido!- Logo o comensal estralou o dedo e desapareceu da minha frente.
Logo então entrei em um estado de congelamento e uma raiva  tomou meu corpo, se havia uma hora para que eu voltasse a ativa, essa hora era agora. Logo então apontei minha varinha para o ar e gritei o mais alto que pude, liberando uma rajada necros no céu e logo em seguida bradei:
-Finite Incantatem!
Causando então rachaduras no céu e quebrando aquela prisão em que eu me encontrava. Finalmente eu sentia os galhos me libertando e logo havia voltado ao normal.
[ 5 e 20]
 
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Re: A Árvore do Passado

Mensagem por Klaus Vladimir Pocahontas em Sab 23 Ago 2014, 01:34

I Feel Pretty
$$$
 Viver aquela cena duas vezes não era do feitio de Klaus, ele logo então pegou sua espada e cortou a madeira presa ao seu pé. Logo então estava livre e calmamente seguiu em direção ao lado de fora do ministério e la se jogou no chão. Sentia muita dor, mesmo sabendo que aquilo iria acabar, afinal, toda lembrança tem fim.
Tinha certeza que depois daquele evento, a carreira de Luch haveria um fim definitivo, eu jamais deixaria um louco daquele na gerência de Hogwarts... era terrível para o Gringotes, e queimar a imagem dele não era tão difícil agora que o Profeta Diário estava com crise econômica...
Logo então fiquei a espera do fim daquela loucura...

"line-height: 100%; width: 400px; letter-spacing: 2px; font-family: Trebuchet MS; font-size: 9px; text-shadow: 0px 1px 0px #000; text-align: center; color: #1C1C1C;">
Klaus Vladimir Pocahontas
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Re: A Árvore do Passado

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