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She left no time to regret...

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She left no time to regret...

Mensagem por Frankie Bolter Schatten em Ter 23 Jun 2015, 23:48



Sweet
serial killer On the warpath. My black fire’s burning bright Maybe I’ll go out tonight We can paint the town in blue. Do it for the thrill of the rush. Baby, I’m a sociopath. I'm a Sweet serial... killer.
Querido Diário,
...ou o que quer que eu deveria dizer. Faz muito tempo que não nos vemos, mas nunca é tarde para nos encontramos novamente. Me vejo o encarando sem saber o que dizer, são tantas coisas para contar. Bem, façamos do inicio então. Meu nome é Frankeline Coralyn Bolter Schatten, sou filha da Valquíria e do Iron. Irmã caçula do Charles e da Agnes, dois irmãos que são um verdadeiro desafio para mim. Aliás, a família inteira é um grande desafio. Como uma criança comum, minha criação foi mais comum ainda. Fui educada nos melhores colégios. Os melhores colégios de acordo com os padrões da minha mãe e sempre longe de casa. Faz pouco tempo que voltei para a Inglaterra e confesso que foi uma reviravolta e tanto em minha vida. Deixei amigos, ideologias e planejamentos para trás, focando apenas em recomeçar no país em que nasci. Estar mais perto da família foi a melhor e, ao mesmo tempo, a pior coisa que podia me acontecer. Quase não tenho contato com meu irmão Charles, é como se ele só tivesse o titulo. Minha irmã é apenas por parte de mãe, porém tenho mais contato com ela do que com meu irmão. Agnes é complicadinha e me irrita as vezes, não por uma escolha dela ou minha, mas por causa do seu jeitinho quieto. Mas a mansão Schatten não é só dilemas adolescentes, há certa parte da família que mantem o humor da casa. Uma delas é meu primo Chris, um amor de garoto que me irritava quando pequena, mas aprendi a amá-lo. Também tem a tia Margareth e o tio Jake, pessoas que não possuem o mesmo sangue que eu, mas que amo muito. A filha do tio Jake, Cora, é como uma irmã para mim. Apesar de ser alguns aninhos mais velha que eu, compartilhamos os mesmos amigos e momentos marcantes. Jamais vou esquecer das madrugadas acordadas, conversando e pregando peças no Chris. Outra pessoa que gosto muito é a Vó Nêne, ela é a melhor pessoa do mundo. Apesar de não ser minha avó, ela me trata como uma princesinha, mesmo que eu não tenha o título. Ela é mãe da tia Dys e avó do estúpido do Grego, um primo chato e desnecessário na minha vida. Mas voltando ao recomeço, um dos pontos altos foi a minha matricula na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts onde fui selecionada para a sonserina. Minha única companhia era minha prima Cora e a namorada do meu primo Chris, a Milla. Ambas da sonserina, o que tornou minha adaptação mais fácil ainda. Confesso que apostei todas as minhas fichas nos piores resultados possíveis, mas me surpreendi no final. Logo no primeiro dia de aula, conheci grande parte dos meus amigos. Natalie é uma delas. Prima do Knox e da Giulia que também se tornaram amigos para toda a vida. Nattie é uma das minhas melhores amigas, pois tenho duas. A outra é a Georgie, nunca tive tanta afinidade com uma pessoa como tenho com ela. Somos uma trio perfeito, como as três mosqueteiras. Também tem o Atlas, ele já é carta conhecida na minha vida. Filho do amigo da mamãe, se mudou a pouco tempo e juntou-se a nós. Tem os gêmeos Weldenvarden, Rachel e Taron. Rachel pensa que não sei, mas é óbvio que ela não gosta de mim. Chatinha, sabe?! Ciúmes do irmão comigo. Irmão esse que mexe comigo, infelizmente. Ah, diário... São tantas coisas. Por hoje é só, mas logo volto para lhe contar detalhadamente minhas aventuras.

walk on the wild side
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Re: She left no time to regret...

Mensagem por Frankie Bolter Schatten em Qui 25 Jun 2015, 15:22



Papai
Proust dizia que a sabedoria não se transmite, é preciso que nós a descubramos fazendo uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar e que ninguém nos pode evitar, porque a sabedoria é uma maneira de ver as coisas. E não consigo deixar de pensar da mesma maneira. Porém, é sempre bom ter alguém para fazer companhia em jornadas tão longas assim. Tive muitas pessoas para isso, mas uma delas é muito importante: meu pai. Confesso que minha infância não foi das mais fáceis, menos ainda meu relacionamento com ele. Sempre viajando, era difícil conseguir um pouco que fosse do seu tempo. Mas, como sempre existe um jeitinho, eu conseguia. Meu pai sempre foi muito interessado na física dos trouxas, não sei bem o porque. E o jeito dele de me explicar, sempre me fazia rir. Apesar de sua personalidade conservadora, ele nunca limitou sua criatividade para me fazer entender as coisas do universo. Quem olha meu pai, não imagina o quão divertido ele pode ser. Não porque gosta de contar piadas, mas por suas peculiaridades. Quem pode imaginar um homem sério como ele de avental em uma cozinha, investindo nas receitas sem proposito da filha?! Acho que só uma receita dentre todas as nossas tentativas insanas deu certo. Não lembro bem, mas acho que fora brownies. No final, a cozinha ficava uma bagunça e o elfo doméstico, uma fera. Mais divertidos ainda eram os dias em que ele tirava para ler perto do lago e eu corria para lá, sentava-me ao seu lado e o perturbava até que ele fosse brincar comigo. Juntos fizemos várias descobertas, até mesmo de esconderijos que só nós sabemos até hoje. É... Não posso reclamar, Iron é e sempre foi um ótimo pai.
Mamãe
Uns a chamam de Dama de vermelho, outros de nomes que, sinceramente, não gostaria de escrever aqui e eu a chamo de mãe. Ela sempre esteve presente na minha vida, sem me desamparar um minuto que fosse. Me lembro com carinho do teatrinho de bonecas que ela fazia todas as noites para me contar suas historietas. Bonecas de pano com grandes olhos de botões que atuavam nas magnificas histórias da família e assim que terminava, tocava a ponta do meu nariz. Nunca deixou de fazer isso, me imagino adulta e ela tocando a ponta do meu nariz após terminar de falar. Uma das histórias que mais gostava de ouvir, mas que sempre me causava pesadelos, era sobre as gêmeas Schatten. Elas tinham olhos totalmente negros por causa do ritual de nascimento, onde a mãe delas deu a vida para que nascessem. E, em meio a isso, ela me explicou o motivo de todas as garotas da família terem Coralyn como segundo nome. Mais da metade dos livros que tenho foram dados por ela, presentes que eu morro de ciúmes. Odeio que toquem ou tirem da ordem, mania que herdei dela. Grande parte dos objetos que fazem parte da decoração do meu quarto foram trazidos por ela de suas viagens. Os meu prediletos são os chifres de Rabo-Córneo que ficam em meu closet. Um dos cheiros que mais me agradam é o de rosas, porque acordo todas as manhãs com uma ao lado de minha cama. Mamãe sempre coloca uma antes de sair, bem vermelha como ela gosta. Para mim é como se fosse um sinal de que está tudo bem. Outra mania dela que eu simplesmente adoro é de trazer bolos esquisitos para mim. Esquisitos nos formatos, sabores... Assim eu sempre conheço um doce diferente. Chega a ser injusto falar dela, pois de mim ela só receberá elogios. É uma das minhas relíquias, alguém que eu jamais quero perder.




Cora
Somos humanos por olhar as estrelas, ou olhamos as estrelas por sermos humanos? E as estrelas, olham para nós? Cora sempre disse que sim. Que quando estamos tristes, é só deitar e observar o céu, dele virão todas as respostas. Minha prima e eu passamos todo o tempo juntas como duas irmãs inseparáveis. Todas as noites, quando todos já estão dormindo, saímos pela janela e enchemos o telhado de almofadas onde nos deitamos e conversamos por horas. Os assuntos são os mais diversos... Livros, amores, nossos dilemas, mas sempre terminam com nosso sonho de explorar a lua, um desejo que compartilhamos desde pequenas. Tenho meus irmãos, Charles e Agnes, mas nunca tive tanta afinidade com eles como tenho com Cora. É um carinho, um amor que brota sem limitações. Ela me entende e eu a entendo, do nosso jeito estranho de ser. Gosto de ouvir sobre seus livros prediletos e suas alusões aos fantásticos mundos de Gaiman e Carroll. Me preocupo com ela, mesmo sem saber expressar, mas ela sabe o quanto é e sempre será importante para mim. Nossos momentos são únicos, coisas "Coraline" (Cora + Frankeline), como as vezes em que saímos para fazer compras. Sempre voltamos com roupas estranhas que nunca usaremos, mas que são engraçadas e ótimas para tirar fotos. Ou quando ela, completamente bêbada, me acorda no meio da madrugada para desabafar. Cora e eu temos uma ligação muito forte que jamais será quebrada, temos nossa irmandade. A irmandade de duas garotas Schatten que se amam e confiam uma na outra independe de tudo. Além disso, temos nosso grande livro mágico de capa negra, uma espécie de "Grimório Schatten". As vezes, de noite, o pegamos e saímos para os vales da propriedade Schatten enfeitiçando o lago, as árvores e flores do jardim. Somos primas, amigas, irmãs... Mas, acima de tudo, somos almas destinadas a caminhar juntas nessa jornada chamada eternidade.
Taron
Certa vez me perguntaram se eu trocaria tudo pela vida eterna? Minha resposta foi curta e clara: Não. A vida eterna deve ser bem solitária. Só, talvez, se tiver a companhia de alguém que se ame. Lembro de dizer que nada sabia sobre o amor, mas não era verdade. Sei bastante sobre o que é se encontrar nos olhos de alguém, pois me encontrei em belos olhos verdes. Vi todos os tipos de amor, ao longo da minha vida, e foi a única coisa que me fez achar o mundo mais tolerável. Tantas guerras, mentiras, ódio... Mas a forma como as pessoas amam é única e bela. Sei que o amor é incondicional, mas também é imprevisível, inesperado, incontrolável, insuportável... Tão insuportável quanto o Taron. O tipo de garoto que seria minha última opção da terra, mas que se tornou a primeira sem que eu percebesse. Como ele conseguiu isso?! Talvez seja seu jeito comigo. Assim como uma caixinha de surpresas, ele sempre me surpreende. Taron e sua mania de implicar comigo. Todas as vezes que entra na sala de aula, mesmo que haja outros lugares vazios, ele senta-se ao meu lado e bate em minha coxa. Olhando para ele, até parece que não se importa com nada, mas é só abrir a boca para perceber o quão inteligente ele é. Gosta de conversar sobre assuntos que eu nunca imaginei que gostasse como alquimia, artes das trevas ou sobre o universo. E suas implicâncias não ficam apenas na sala de aula, estão por toda parte e a qualquer momento. Mas isso não me irrita, já irritou, mas agora tornou-se algo que não sei explicar. Agora ele só me faz gostar das coisas que faz como me jogar em seu ombro e sair andando quando perde a paciência; fechar o olho esquerdo e colocar a mão na nuca quando está sem graça ou cansado; a forma como observa as chamas e fala com adoração sobre elas ou quando compara a cor dos meus olhos as chamas azuis. Isto seria amor?! Nunca imaginei que pudesse senti-lo, mas se for... Não desejarei muita coisa em troca, apenas o coração dele em troca do meu.




Vó Nêne
Vem criancinha, eu vou te levar para um país encantado... Vem criancinha, nós vamos brincar no meu jardim colorido... ♫ Ainda consigo lembrar claramente da música que cantávamos enquanto os biscoitos assavam. Nêmesis, este é o nome dela. Não é minha avó oficialmente, mas é como se fosse. Vó Nêne é mãe da tia Dys o que faz dela avó do Gregório, meu primo chato e mal-humorado. Ela cuidou da minha mãe e isso faz dela minha avó, mesmo que seja só um pouquinho. Posso passar horas com ela que nunca enjoo. Com suas receitas únicas, ela conquista a todos. Muitas vezes escuto alguns familiares dizer que ela é maluca, que não assimila as coisas que acontecem no momento, mas não é verdade. Só os pobres de espirito e criatividade não conseguem compreender a senhora Schatten de grandes olhos. Era ela quem fazia os biscoitos ou batatinhas de diferentes formatos para animar minhas tardes sozinhas ou me dava conselhos bizarros que proporcionavam risadas para o resto do dia. Às vezes saíamos para o jardim onde ela me ajudava a compreender minhas mudanças físicas e “raciais”. Foi com ela que descobri o primeiro índice de ser um meio-sereiano. Foi em uma tarde de primavera que tivemos um incidente no lago. No início foi assustador, mas ela com seu jeitinho e carinho conseguiu me acalmar. Até hoje, quando estou nervosa ou com medo, canto a música que ela me ensinou e isso sempre me acalma.
Tio Dio
Certa vez ouvi que as pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo. Se me considero uma pessoa feliz hoje, posso dizer que tive muita ajuda no caminho, uma delas é o meu padrinho. Como cada um tem o padrinho que merece, posso dizer que tenho o melhor do mundo: Dionísio. Cansei de escutar sobre o quão louco e bêbado ele é, mas para mim é apenas meu tio Dio. Aquele tio divertido que alegra qualquer momento e, quando é preciso, consola. Confesso que as vezes ele me irrita, sinto uma profunda vontade de afogá-lo, mas nenhuma vontade é maior que meu carinho por ele. Grande parte do meu conhecimento popular partiu das histórias doidas dele. Como me esquecer do seu repertório de historietas macabras e do conto da Monoteta?!  Ou do dia em que ele fingiu ser meu aniversário para se livrar de uma filhote de acromantula?! Chegou em minha casa com um grande bolo rosa e uma caixa média onde dizia conter uma tiara, mas não passava de mais umas de suas maluquices. Não sei porque ele pensou que conseguiria me fazer acreditar que aquele era o meu aniversário. Às vezes tio Dio exagera em seu "planos infalíveis". Mas esse episódio resultou no meu primeiro bichinho de estimação, Aquiles. Um filhote de acromantula que sonho em conseguir adestrar, sei que será super difícil, pois é um animal extremamente perigoso; mas sempre há uma primeira vez. Apesar dos pesares, mesmo com sua fama de louco, ele sempre será meu padrinho. Mesmo que se passem mil anos, ele nunca deixará seu lugar em meu coração.
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Re: She left no time to regret...

Mensagem por Frankie Bolter Schatten em Qua 01 Jul 2015, 12:31



Giulia
Pão de mel caseiro, pão de mel com recheio de brigadeiro branco, pão de mel trufado ou, o melhor de todos e o que ela mais gosta, pão de mel com merengue. Jamais imaginei que houvesse tantos tipos de pão de mel, mas aprendi uma vasta variedade deles com a Giulia. Ela é prima da Nattie e do Knox, chegou há pouco tempo em nosso país e cativou a todos com seu jeitinho doce e simples de ver as coisas. Sempre animada e justa com tudo, ela consegue manter o clima de paz no nosso grupo. Às vezes ela chora, diz que sente saudades dos pais e fala sobre coisas que eu não entendo, mas não pergunto. Todos nós temos nossos segredos e batalhas interiores, talvez ela só esteja passando por alguma fase difícil com a família. A única parte boa disso são os abraços. Quando ela está triste, mesmo que não tenhamos tanta intimidade como tenho com Nattie, Georgie ou Cora, a abraço bem apertado. Posso dizer com certeza que as especialistas em abraço são Giulia e Cora. Além disso, mesmo não estando bem, ela interfere em todos nossos problemas, sempre com uma palavra amiga ou de entusiasmo. Ter a Giulia por perto é uma das maravilhosas coisas que essa nova fase da minha vida poderia me dar.
Knox
Toda rainha precisa de seu bobo da corte, o meu é o Knox ou Pinguim (como minha prima Cora o chama).  Conheci Knox em Hogwarts. Amigo da Cora e dos demais em nosso grupo, me tornei amiga dele com facilidade. Quem olha a primeira vista acha que é mais um daqueles garotos chatinhos e metidos, mas é só conversar um pouco com ele para ver que não é nada disso. Às vezes ele extrapola, mas no final sempre arranca risadas. É primo de uma das minhas melhores amigas, Nattie. Ela sempre reclama que ele destrói seus experimentos. A verdade é que o Knox destrói qualquer clima sério, não tem jeito. Também é primo e... Namorado?! Acho que é namorado de outra amiga minha, a Giulia. Ela o roubou da minha prima Cora, mas, mesmo assim, torço pelos dois. Além disso, acho que ele será mais que um amigo. Terei que aturar essa criatura como cunhado, já que a pouco tempo ele descobriu ser irmão do Taron e da Rachel. Como são as coisas, né?! Sendo louco ou não, fico super feliz de tê-lo por perto. Ter alguém que possa quebrar os climas ruins e animar, mesmo que não seja sua intenção.




Chris
- Chris, vem aqui! Rápido!
- O Chris não está aqui, só o... Motherfucker!
Então meu primo pulava para dentro do meu quarto e rodava o lençol que estava amarrado em seu pescoço como uma capa. Era sempre assim, eu chamava o Chris e ele me aparecia gritando e pulando. Meu primo mais velho, doido e fofo que nunca deixou de ser o amor da minha vida, mesmo eu batendo nele com as almofadas ou testando as azarações que aprendia. Ele é sobrinho/filho do tio Jake, quase irmão da Cora. Tem suas manias esquisitas, mas não deixa de ser engraçado. Lembro-me de quando ele começou a ser fã da Nicki Minaj, ai que horror! Não se podia falar nada contra ela que ele ficava bravo, então gritava comigo e eu partia para o quarto dele. Lá eu furava todas as bonecas infláveis dele, aquele tarado bobo. Como pode uma pessoa ter tantas bonecas infláveis assim?! Mas isso é o de menos, ele tem um iguana. Um bichinho estranho que ele chama carinhosamente de Jacaré e eu roubo para levar para Hogwarts, pois não tenho nenhum bichinho de estimação para levar. Ele namora uma das meninas do meu grupo de amigos, Milla. Não sei o que ela viu nele, mas acho que ela conseguiu enxergar a alma dele. São bem diferentes, mas formam um casalzinho lindo. Espero ser a madrinha desse futuro casamento.
Louise
Ela passa tanto tempo viajando, mas quando nos vista... Awn, não deixo de aperta-la bastante. Louise é uma prima da minha mãe, mas eu também a chamo de prima. Apesar de ser novinha, já é uma editora famosa e premiada, uma das mulheres que me inspiro. Meu desejo é ser uma grande mulher com uma carreira profissional invejável e a forma como somos educados influi muito nisso. Porém, não é só a educação que influi, mas também as pessoas que convivemos. Tenho várias delas, mas Louise é a mais divertida. Ela sempre me dá ótimos conselhos e me leva a lugares maravilhosos para ilustrar seus conselhos. Meus pais foram ministeriais e essa carreira chamou minha atenção. Sempre digo que meu sonho é ser Ministra da Magia. Lembro de quando Louise foi entrevistar uma ministerial e me levou junto para conhecer o tão famoso ministério. Foi um dia marcante, ela até me deixou fazer uma pergunta no final da entrevista. Fique tão nervosa, mas a ministerial foi super educada. Depois saímos para tomar sorvete e caminhar por ai, algo que ela sabe que eu adoro fazer. Não tem como não gostar da Lou, um amorzinho que sempre falo com muito carinho.
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