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Confissões de um Bêbado (+18)

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Confissões de um Bêbado (+18)

Mensagem por Dionisio R. Howard em Sex 26 Jun 2015, 02:10


Olha só, eu sei escrever! Nem eu lembrava-me mais que sabia fazer isso... enfim, depois de tanto pé no saco (Tiffany e Frankie) me enchendo resolvi fazer um diário, mas um diário de macho e não esses Marias Frufru. Um diário que diga: Esse Diário pertenceu a Dionisio Howard, assim como o Riddle, sabe? Só que esse tem páginas com cheirinho de café... agora deixa eu buscar meu rum para ficar sóbrio o suficiente para escreve-lo.
Bom, meu nome é ... (qual é mesmo meu nome? Ah, está no parágrafo anterior) Dionizio Dionisio Howard! Nasci em mil novecentos e setenta e oito em Surrey, Inglaterra, filho de Clarinda (aquela puta) e Matthew Howard (aquele viado), na verdade sou filho de Anne Babage e o corno do Matthew, tive duas mães, mas na verdade não tive nenhuma, já que uma eu não conheci e a outra fugiu de casa. 
Sou o mais velho de quatro irmãos ( Demetrius, Mischa e Horus), quais matei dois e uma fugiu porque casou-se com o meu maior inimigo, Conrad Shacklebolt, história mais além. Enfim, matei dois irmãos e tive que segurar a barra de um deles, as minhas amadas sobrinhas Sophie e Astrid Howard. Aquelas garotas por muito tempo foi o meu forte de emoções e motivos de orgulho, mas logo revelaram-se filhas de Demetrius e tornaram-se frias. Astrid sumiu no mundo e Sophie não decide o que quer ser, logo será uma desabrigada (isso mesmo, a criatura nunca trabalhou). Ainda tem o bastardo Alaric, que hoje cria dragões.
Ainda falando de irmãos, sabe aqueles irmãos que você não tem o mesmo sangue e você os considera? São eles Valquiria e Remo, ainda que este segundo eu tenha rumado em Azkaban (precisava de dinheiro). Vi Valquiria praticamente nascer e crescer, mas foda-se,  aquela esquisita sempre teve um lugar especial no meu coração ( ainda que eu seja primo dela) e eu jamais a abandonarei. Certo que ela faz escolhas erradas, como casar com o Iron em vez do Morpheus, mas no fim sempre acabamos enchendo a cara e fumando mais de duzentas caixas de cigarro (hehehe), isso fui eu que ensinei a mesma.
Sou casado com Sienna Howard e perdidamente apaixonado pela mesma, a ponto de debruçar-me em meio a uma batalha e apenas levantar com umas boas porradas da Valquiria. Meu relacionamento com Sienna nunca foi dos mais normais, mas quente sim (a igreja de Godric´s que o diga). 
Casei com Sienna ainda quando tinha... vinte anos? Nem lembro. Mas a festa foi linda. Todavia conheci Sienna ainda nos meus dezesseis anos, tão bela a minha amada... mas vamos pular essa parte, pois se eu continuar falando da Sienna essa garrafa de rum irá secar e eu estou com preguiça de ir pegar a substituta da substituta dela, ou seja, terminarei não terminado esse caralho texto.
Com Sienna tive gêmeos, Henry e Amy, mas sem Sienna nem eu sei quantos filhos tive. Não que eu saiba reproduzir alguém, de forma alguma, mas posso dizer que meus filhos são bastardos da cana, ainda que eu os tenha feito com um bambu ( se é que me entendem). Deixa eu ver se me lembro de todos. Eu sou pai de Tiffany, a ofidioglota que mais parece comigo e atrai meus sentimentos, uma verdadeira maldição ao meu velho coração... Ryan, o florzinha da corvinal que volta e meia desaparece... o Augustus, vergonha que graças a Merlim se suicidou... Nolan.... e Olivia, filha do diretor Luch, mas que tenho com muito carinho.
Mas sabe aqueles filhos que não temos e mesmo assim são filhos? Frankie é um exemplo deles. A minha afilhada, filha da Val, é tão amorosa que até hoje arrependo-me de ter estragado uma das festas de seu aniversário. Mas vamos continuar.
Tenho diversos primos, ingleses, que não irei citar. Lembrando que sou alemão, é... nasci na Inglaterra, mas sou alemão. E tenho a Afrodite. Quem é Afrodite? Uma doida que capturei na rua e vive a quatro anos no meu subsolo... CRUZES, esqueci de alimentar a Afrodite.
Fui casado diversas vezes, mas a mais marcante foi a com Carmen... pena que ela trocou-me por um broxa do Ministério da Magia.
Sou louco, não nego. Adoro beber, necessito, e fumar. Acalma as pessoas. 
Em dois mil e catorze fui preso e antes disso, o Conrad enfiou-me um crucio na cabeça que desencadeou um surto de psicopatia, nada que venha a preocupar... pelo menos a mim.
Licantropo (desde os vinte anos), entrei na Irmandade das trevas nesta época... um pouco antes... e ao lado da Du Weldenvarden lutei a favor de Lord Voldemort, pena que ele morreu. Fiz uma grande aliada na época, Saphira, e então abstive-me dos assuntos ingleses... voltando para Alemanha e tocando lá o terror como o temido senhor D que foi confundido com um demônio, eu sou foda (aliás, adoro foder).
Tive grandes mestres e estes ensinaram-me as artes das megeras, quais eu pratico e defendo cegamente e permitiram-me o conhecimento da necromância e a adquirição da legilimência, que desfiz quando tive um surto de loucura de um mês. Meu maior  mestre foi o Senhor Schatten, pai da Valquiria, e minha maior amiga foi Dona Nenê, ou Nêmesis. Onde ela deve estar?
  Odeio aranhas, assim como lagartixas, cobras e qualquer animal pequeno e também odeio dragões domesticados (é nessa hora que te cito, Eldest). Nunca entendi o porquê dessas criaturas viverem subjugadas.
Enfim, já tive uma Horcrux. "OH". Sim, descobri o método num antigo livro da minha família e fiz da minha Horcrux um vira-tempo da minha prima, mas o desfiz quando tive complicações.
Não posso contar o número de mortos causados por mim, mas posso dizer que de todos o Tio Melk, um antigo professor, foi o que mais doeu-me. Foi um acidente.
Já contei que nunca fui a Hogwarts? Quer dizer, já fui professor, mas nunca estudei lá.
Devido as puladas de cerca, aos onze anos fui levado para um Instituto de Jovens Bruxos para que vivesse ao lado de meu irmão. Naquela merda conheci o que era corrupção e viadagem. 
Enfim, estou com sono e esse é meu apanhado geral. Não gostou? Enfie no cu. Amanhã escrevo mais.
Onde está meu rum?


 

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Re: Confissões de um Bêbado (+18)

Mensagem por Dionisio R. Howard em Sex 26 Jun 2015, 22:44



O Aniversário de quatro anos da Frankie.
Olá querido diário, não se acostume comigo lhe chamando de querido, estou em efeito de umas mandrágoras e você foi premiado com uma história que explodo de rir até hoje... O aniversário da Frankie! Sim, não espere que eu te conte os fatos seguindo uma linha do tempo, pois não seguirei. Não gostou? Foda-se.
Bom, logo após a guerra, era lógico que o mundo bruxo estivesse triste e novas crianças precisassem de animação e foi bem isso o que aconteceu. Não entendeu? Vou explicar.
Em dois mil e vinte e tanto surgiu um modinha no mundo bruxo, um palhaço Gregory. Um sujeito sem graça, sem escrúpulos e senso do ridículo que atraia milhares de fãs pequenos, e no meio desses fãs estavam inclusas Tiffany (minha filha), Frankie e todas as outra crianças que eu conhecia. Mas o que tinha que acontecer naquela época sem graça? O aniversário da Frankie e a mesma encheu o saco da Valquíria para que a porra desse palhaço fosse pessoalmente até sua festa e não bastou isso, os meus filhos ficaram sabendo que o palhaço iria até a festa dela e então me encheram o saco para que eu fosse com  eles até a festa, que segundo Valquíria, seria apenas para parentes e mais próximos ( se bem que só meus filhos encheriam aquela casa de crianças).
Eu e Valquíria fizemos o que pudemos para levar o palhaço e após um rio de galões e identidades falsas gastas, conseguimos meia hora com aquele ladrão pintado. A festa seria um sucesso... se a Dona não atrapalhasse.
Estávamos nós nos preparativos da festa, na verdade a mesma já acontecia, mas eu odeio música infantil e preferi ficar no quintal da casa fumando um bom cigarro. Foi então que Valquíria foi me servir uns bons doces e um dos maiores aurores, Hetor Tedd, apareceu no muro da mansão Schatten. Eu e a Valquiria metemos maldição até o sujeito cair sem rosto no chão. Mas o que ele segurava? Uma mochila. Advinha o que tinha dentro... roupa de palhaço.
A porra do auror fazia bico de palhaço nas horas vagas para levar alegria para crianças. Valquiria ficou desolada, Frankie teria esse constrangimento e então teve uma ideia não tão boa. Vestiu-se de palhaço e entrou na festa dizendo que era o sujeito.
Frankie logo percebeu e a chamou de mamãe, as crianças logo começaram a chorar e gritar que queriam o palhaço enquanto Valquíria me olhava pelo canto do olho e eu fumava meu bom cigarro.
Tiffany pegava cupcakes e rumava-os no chão em protesto, enquanto Frankie chorava em cima da mesa de aniversário. Charles, Agnes, Henry e Amy estavam assustados, assim como Sophie e Astrid. Foi então que vi um sorriso aparecer no rosto de Valquíria... algo malicioso.
- Vocês querem o palhaço?- Perguntou Valquíria enquanto as crianças gritavam animadas que sim.- Então vocês terão palhaço.- E ela saiu da sala.
Entornei o copo de bebida e então olhei para Jake, que acalmava Cora. Algo de bom não iria acontecer. Foi então quando Valquíria voltou com o corpo do palhaço sendo carregado e o rumou em cima da mesa e em seguida colocando fogo no mesmo.
- Olha ai o palhaço!
Foi o verdadeiro "pernas para que te quero", havia nego pulando pela janela, criança desmaiada, Cora batia palmas, Frankie estava desesperada, Iron fumaçava de raiva e eu... eu rolava de rir no chão. Não me lembro de ter gargalhado tanto  desde a época que ainda sentia cócegas. Eu pulava de rir, chorava e batia palmas enquanto as crianças sujas de doce andavam pela casa gritando que o palhaço virou churrasco. Depois daquele dia Frankie nunca mais falou em palhaço... nem a Frankie nem qualquer atual adolescente da época. O episódio ainda é motivo de muitos risos entre eu e Jake e confusões entre Iron e Valquíria.
Como eu amei aquele dia.
 

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Re: Confissões de um Bêbado (+18)

Mensagem por Dionisio R. Howard em Ter 30 Jun 2015, 02:38



Filhas
Filhas sempre foram um grande tabu jamais quebrado por mim. Primeiro porque nunca quis ser pai e segundo porque elas são verdadeiros problemas, diário, e não estou sendo eufêmico... longe disto, estou sendo realista e para provar isso, além da minha falsa palavra de escoteiro, eu uso o evento que irei narrar jajá, o dia em que Tiffany virou uma moça.
Costumo dizer que tive quatro filhas, as primeiras dels foram as gêmeas Sophie e Astrid.
Filhas de Demetrius, Sophie e Astrid vieram para meu colo ainda muito jovens, mas tão belas quanto a sua avó. Sempre tiveram traços elegantes, loiras, e lindas meninas. Nunca quis contar, mas eram o meu orgulho e os seus cabelos que  enegreciam com o tempo então? Ah, não havia maior orgulho em vê-los ficar pretos. Eu estive com elas na época do primeiro namorado, das primeiras confusões, do primeiro beijo, do primeiro sangramento... só os Astros sabem o quanto fiquei transtornado em não poder ajudar Sophie com o que te incomodava em Hogwarts, até mesmo porque eu estava disfarçado. 
A terceira filha foi Amy e essa era minha filha mesmo. Pena que nunca foi digna de honra e de carinho, filha de Sienna e uma rebelde. Louca, adorava desenhar cenas bizarras nos quadros e sempre tive a impressão de que ela e Henry... enfim. Amy não é um orgulho meu  e sim uma catástrofe, espero que aprenda em Azkaban a ser uma digna Howard
E tenho a bastarda, Tiffany.  Essa semana estava refletindo quando vi Valquíria e toda a sua família, Tiffany é a única pessoa que realmente tenho, os outros vão embora, somem, ganham suas vidas e Tiffany está sempre ali ao meu lado. Não somos a mais normal das famílias, muito menos em relação pai e filha, mas acho que ela me entende... entende como é difícil para mim ter alguém tão próximo... mas foi ela que esteve comigo todo esse tempo, e aprendeu também uns truques.... ou ela acha que eu não vejo a carta em sua manga enquanto jogamos buraco? Se bem que eu tenho carta até na meia.
Era fim de tarde quando o gritinho desesperado da garota ecoou por todo forte e eu subi desesperado, com mais quinze mercenários, acudir a minha filha. Ela dizia sangrar e logicamente alguém a atacava. No meu forte? Como podia algo tão covarde?
Entrei no quarto e a minha pequena TIffany estava na sua suíte, dispensei todos os guardas e então entrei no local, encontrando-a na banheira e toda suja de sangue.
- Eu vou morrer, papai!- Gritou.
Comecei a chorar pulando dentro da banheira e arrancando-a enquanto corria me sujava de sangue.- Feriram minha filha.- Eu gritava desesperado, os mercenários remontaram a guarda e os meus familiares todos desciam no pé da escada avistei Sophie que mandou-me ruma-la no sofá. E assim eu fiz jogando a garota como um saco de batata, a ponto dela cair no chão e não no sofá. Corri chorando e mandando que prendessem o miserável que tinha feito aquilo com minha filha. Logo Sophie apareceu com Tiffany toda arrumada.
- Ela já é uma mocinha.- Afirmou Sophie.
Então eu havia entendido e fiquei com um enorme nojo de ter entrado naquela água, mas por que contei essa história? É a maior representação do amor que tenho pelas minhas bebês, meus pontos fracos... coisas que mais amo. Agora chega de viadagem, vou dormir.
 

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Re: Confissões de um Bêbado (+18)

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