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Miss Nothing

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Miss Nothing

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Sex 26 Jun 2015, 19:48

Who is Tiffany?
Tiffany Ray, um nome bem incomum e meio escroto, mas ele é exatamente o mesmo nome que tem a noiva do Chucky, sim aquela boneca fumante que manda a Barbie ir se fuder, engraçado que eu chamo a minha amiga de Barbie, mas enfim. Howard veio do meu pai, Dionísio R. Howard, um dos homens mais odiados do mundo bruxo, temido por uns, o bicho-papão de outros, aquele que tem milhares de casos e não conheço a minha mãe, então tenho apenas parte de minha história para contar.
Estudo em Hogwarts, pertenço a Sonserina e estou no 5ºano escolar, tenho 16 anos e eu tenho um sério problema com os meus cabelos, não consigo deixar ele apenas de uma cor, sempre tive isso e deve ter sido mania que eu peguei do meu pai, mas no inicio era para irrita-lo e acabou virando mania.
Tenho poucos amigos, mas não me faz falta, sempre tenho companhia, sou ofidioglota desde os meus 7 anos, na realidade eu acho que foi essa idade, já conversava com elas antes disso, mas foi quando eu descobri o que era ofidioglossia, não sei que parte de minha família puxei para ter tal habilidade, possuo muitas cobras, mas os meus bebês são o Jack, uma píton amarela e o meu Runespoor, chamado Cérbero.
E a minha vida é um tanto louca por causa da minha família, principalmente agora que estou indo morar junto ao meu pai com a família Howard da parte inglesa, apenas tenho medo do que vai rolar.

Pai
Meu pai é um homem que não deveria ter sido pai, mas tenta ser um, faz sentido?Não?Ok. Dionísio é com certeza um dos homens mais nojentos e loucos que já pisaram na terra, mas é meu pai e me "criou" de modo diferente dos outros, eu sempre fui meio isolada de meus irmãos, mas sempre fiz de tudo para ele ter orgulho de mim e olhar para mim, isso com certeza deve ter passado quando eu meio que me deixei tornar-me sua quase forma feminina.
Sou a mais parecida com ele de todos os meus irmãos, o único motivo é por eu ter prestado a atenção nele e sem querer imitando-os, hoje eu tenho muito de Dionísio em mim e não tenho orgulho disso, até mesmo na mania de mudar de "visual" dele eu peguei, até hoje não sei o verdadeiro motivo pra ele ter me acolhido quando minha mãe me deixou, se isso fosse hoje em dia ele teria me deixado na caçamba de lixo, ele sempre me escondeu o meu passado, diz coisas horríveis sobre minha mãe, mas talvez seja para eu não ir atrás dela, fico com medo do que esperar dele.
Não é o melhor pai, mas nem tão ruim assim e eu o amo, de um jeito estranho, mas amo.
"Se você não for para a Sonserina, não terá direito a manteiga nessa casa."
Mãe
Eu nunca a vi, mas sei que um dia vou encontra-la, procuro por ela desde sempre e sei que está viva, quando a conhecer irei preencher este espaço.
Esse desenho eu fiz a uns anos imaginando como ela deve ser, mas é bobagem.
Tia Val
Val é o que mais se aproximou de uma mãe pra mim, até hoje não entendo o rolo dela com o meu pai, mas parece que eles são primos, mas eu a considero minha tia, nunca deixou que o meu pai me maltratasse na sua frente e me ensinou algumas coisas, sou grata a ela pelo pouco que fez por mim, já que não trata meus irmãos da mesma maneira que me trata, ela confiou em mim e me deu o meu Runespoor de presente, o que deixou meu pai louco de raiva, mas ela tem o super poder de fazer o velho acalmar o rabo, fora que ela é muito linda...
Alguém
Bla bla bla
Alguém aqui também
Bla bla bla
Cora
Cora é minha prima e a conheço desde… Sempre eu acho, ela é apenas um ano mais velha que eu e crescemos juntas, mesmo ela desconsiderando o seu Schatten, é uma grande amiga e companheira, Cora sempre teve o jeito louco e próprio de ser e isso com certeza é a melhor coisa dela, porque eu não sou bem humorada como ela então águem tinha que pegar no meu pé para ser.
Nunca mais vou me esquecer do seu desespero quando eu fui presa no baile, com certeza nunca a havia visto daquele jeito e sinto muita a falta dela, nunca tive muitos amigos, mas com certeza meus familiares substituem todos eles e Cora te um grande lugar em meu coração.
Frankie
Frankie é apenas um ano mais nova que eu, somos bem diferentes, mas isso nunca impediu que fossemos amigas ou brigarmos, muito pelo contrário, eu, Cora e ela aprontamos bastante, ela é afilhada do meu pai e fiquei sabendo que ele deu um filhote de acromântula para ela, mas tenho certeza que a Tia Val não quis matar o presente dela... Enfim, Frankie com o seu jeito doce é uma das minhas companheiras que espero ter sempre ao meu lado.
Rechonchudo
Sinceramente não sei o motivo de estar falando sobre ele aqui, mas o rechonchudo acabou virando meu paparazzi nesses últimos tempos e queria falar um pouco sobre ele, o conheci quando fiz uma visita a prisão e ele me interrogou, entrou na minha mente –Foi algo bem sinistro-, mas no final de tudo foi bem simpático comigo e me liberou, mesmo assim parece que ele adora me perseguir.

Tiffany Ray Howard
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Re: Miss Nothing

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Sex 03 Jul 2015, 18:20

Make all explode, literally!
Pedaço estranho de papel, queria contar um pouco sobre os meus dias como andam, já que não tenho muitas pessoas pra contar ou que se interessam nisso, bom, fiquei sabendo que o meu pai foi para a casa dos Howards ingleses para resolverem o casamento da minha prima Sophie, mas não me contou nada mais, realmente, tenho medo de ir para Domus nas férias, meus parentes não gostam de bastardos e também digamos que eu não consigo ficar calada quando tem gente falando mal de mim, fora que sei que eles odeiam o meu pai, sou bem parecida com ele em diversos aspectos, coisa boa com certeza não é.
Tenho alguns planos para as férias, passar o menor tempo possível na Domus Howard, escapar um pouco para a casa da tia Val, zoar e beber bastante com a Cora, Frankie, e o povo doido que vai estar por lá... Caso eu não consiga fugir da Domus, vou levar Lucas e a Barbie para fazerem uma visita e também para causar desordem naquela mansão velha.
Lucas tem sido uma ótima companhia nesses dias, ele me pareceu interessado em fugir um pouco de sua família nas férias, sinceramente não o culpo, famílias são bem chatas na maioria das vezes apenas causam brigas e discussões, quando mais longe ficar, melhor pra gente, mas também me contou que ele e a Barbie não se dão bem, fiquei realmente curiosa sobre o assunto, mas ele não me deu mais detalhes e decidi deixar isso quieto.
Depois de tanto bla bla bla desnecessário, vim contar o real motivo de estar aqui escrevendo, eu criei uma bomba com o veneno do Runespoor, sério, eu nunca pensei que isso iria dar certo, foi algo realmente bem simples, eu precisei de poucos ingredientes e também foi até que rápido de preparar, eu só precisei do Veneno do Runespoor, flor de Beladona, secreção de chifre de Erumpente e algumas folhas de Alagasiana.
Nunca agradeci tanto por ter aulas de poções e também pela tia Val ter me dado uma máscara de gás, se não provavelmente eu teria morrido, o motivo por eu ter feito uma bomba que pode matar muita gente?Eu quero que a guerra seja breve e também que boa parte dos comensais morram, assim como os ministeriais, os únicos comensais que preciso vivos são meu pai, minha tia, a tia Acalântis e a Avalon, eles não são burros e com certeza tem outros planos, eu apenas espero que esteja certa sobre isso.
Enfim, até outro dia.
-Tiffany
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Re: Miss Nothing

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Ter 21 Jul 2015, 23:59

Battle of Hogwarts – Spring 2037
Pedaço estranho de papel,
Aconteceu a tão esperada guerra, mas antes, vou te contar os eventos importantes que aconteceram antes dela, porque aconteceu algumas coisas que seria bem interessante contar, acho que você também iria gostar de saber.
Primeiro de tudo, eu descobri que a Olívia estava fazendo planinhos com o irmão dela Liam, mas tem um problema, meu pai aceitou a ela como membro da família e não ele, então é isso, Olívia provou que não é digna de confiança e eu vou continuei de olho nos dois, foi bom saber que não fui a única.
Ocorreram uma série de eventos estranhos em Hogwarts nas últimas semanas, alunos e docentes sendo atacados por comensais e criaturas mágicas estranhas, numa dessas aventuras, uma lufana me trouxe uma caixa estranha que ela e uns alunos encontraram na câmara secreta, aquilo era estranho, ainda mais estranho depois que ela me explicou a situação, após avisar ela que poderia ser furada, abri a tal caixa estranha usando a língua das cobras.
Eu meio que dei a volta no tempo por um segundo, vi Salazar Sonserina “em carne e osso” e assim com ele veio uma historinha meio chata pra mim, mas poderia ser interessante para os outros, quando voltei a realidade do momento, encontrei a manopla que Salazar usava nessa “história” que presenciei, soube que com ela eu poderia fazer feitiços utilizando as mãos e isso é com certeza a coisa mais foda que eu tive/tenho.

Quando finalmente o dia da guerra chegou...
Com certeza o dia mais louco da minha vida, no inicio foi bem entediante, até que decidi chamar Lucas para mostrar a ele a cripta da serpente, foi algo bem... Digamos que interessante, nós dois conversamos sobre algumas coisas e deixamos tudo claro como água, nos beijamos e até apresentei o Cérbero para ele, mas o que tinha se tornado bom, começou a piorar.
Ouvimos um grito de uma mulher vindo do corredor das masmorras, saímos da cripta para ir ver do que se tratava, como não chegamos a tempo, Lucas decidiu usar o seu vira-tempo que acabou quebrando por acidente, após uns estranhos segundos, vimos Florence -diretora de Beauxbatons- se transformada em uma mulher meio-cobra, que se apresentou como naga.
Fugimos dela, quase que o Cérbero morre, encontrei o Rechonchudo, era dia da última prova do tribruxo, as campeãs sumiram no lago e todos que estavam assistindo nas arquibancadas foram atacados por sereianos, lá vi pela primeira vez o meu avô –Que eu descobri a pouco tempo que é meu avô-.
Tudo piorou, a guerra finalmente começou, Beauxbatons e Durmstrang lutavam com seus navios, um contra o outro, comensais queriam entrar, Luch enfim, desfez a segurança do castelo e liberou as passagens para os comensais, professores e funcionários lutaram criando barreiras protetoras, mas elas eram sempre destruídas por comensais.
A noite de lua cheia, os lobisomens a solta e eu tenho que dizer, um deles era o meu pai, eles uivavam para a lua e tudo ficou estranho, criei uma cobra para me proteger e Lucas me pediu em namoro –Uma ótima hora-, bom, eu o amo e isso eu percebi a um bom tempo, então aceitei o seu pedido, mas para atrapalhar Tia Acalântis me puxou para longe de Lucas, após ataca-lo e tive que a seguir, deixando ele sozinho.
Ela me deixou com meu pai, ele estava transformado em lobisomem, ele era imenso e forte, atacava tia Zafrina, eu e Tia Valquíria gritamos com ele e tentei ajudar a tia Zafrina, mas nada adiantou, ela havia sido infectada e aquilo com certeza não iria deixar Thalia muito feliz, Tia Val me tirou de lá e voamos em seu dragão, Eldest.
Foi um passeio incrível e emocionante, vi a minha tia em ação e ao mesmo tempo aproveitei a viagem, quero voar novamente qualquer dia, Acalântis salvou Lucas de uns comensais que ele havia atacado e estavam atacando ele e o deixou comigo, nesse momento eu ataquei Olívia e me decepcionei porque nem a porra de um avada consegui lançar.
A batalha tão esperada entre Luch e a Lady ocorreu e bom, não foi nada bom, nenhum dos dois venceu no final das contas, o que me deixou até mesmo um pouco decepcionada, muitas pessoas morreram, muitas pessoas mesmo.
Mas agora que tudo acabou, vou para a mansão Howard, participar do casamento de Sophie e morrer de tédio pelo resto das férias, por hoje é “só”, até outro dia.
—Tiffany

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Re: Miss Nothing

Mensagem por Tiffany Ray Howard em Qui 13 Ago 2015, 16:42

Fathers Day
Pedaço estranho de papel,
É dia dos pais e acho que hoje eu posso falar um pouco do meu, também contar o motivo de nunca comemorar esse dia que deveria ser importante ou no mínimo especial, tanto para mim como para ele.
Meu pai é uma pessoa bem difícil de se lidar, bipolar e bom, é o Dionísio e isso já diz muita coisa, quando eu era pequena, posso dizer que era bem mais próxima dele, pelo menos conseguia algo dele sem ser reclamações ou berros, querendo ou não, ele é o motivo de muita gente querer se aproximar de mim, como foi o caso da Olívia.
Eu nunca vou ser o bastante para ele, isso já me conformei a um bom tempo, sempre fiz de tudo para ele ver o quanto eu posso honrar nosso sangue ou simplesmente tentar orgulha-lo, mas todas as tentativas sempre foram um completo fracasso, por mais que ele me humilhe e tente ignorar a minha existência, se que ele no mínimo se importa comigo, pelo menos é o que a tia Val me diz, a forma de ele demonstrar amor e carinho é querendo ou não uma forma bem bruta.
Com meus irmãos não é muito diferente, é até pior, como foi com Augustus, com Henry e Amy era indiferença, mas minha prima Sophie sempre foi o xodó dele, por mais que ele negue isso também, ela é como se fosse filha dele, o mesmo acontece com Frankie, mas ai já é um caso diferente, já que Frankie tem os seus pais.
No inicio me senti um fardo para ele, já que eu não sei nem mesmo quem é minha mãe, fui deixada com ele contra sua vontade, alguns dias meu pai consegue ser um bom pai, mas ultimamente anda se tornando o pior de meus pesadelos, o velho parece que nem me reconhece mais, depois do que aconteceu na Domus... Eu me recuso a olhar para a cara dele tão cedo, mas é dia dos pais e de alguma forma queria estar com ele, mas a última vez que isso aconteceu foi bem trágico.
Eu tinha uns sete anos, tia Val me ajudou a comprar um presente para ele, ela até mesmo me ajudou a escolher e pagou o presente para mim, um pequeno broche com a face de um belo lobo estampado, eu sabia que meu pai era lobisomem desde pequena, tia Val me ajudou a embrulhar e depois pedi ajuda de Carson com a dança e de Frankie com a roupa, mesmo me sentindo um pouco mal com aquela roupa, eu queria fazer algo especial para ele.
Treinei dias e dias, tive que ensinar as cobras a balançar fitas coloridas e fazer movimentos nada normais para elas, mas eu não sabia que meu pai não gostava de cobras, acho que ele nem mesmo sabia que eu conseguia controla-las.
Quando o dia dos pais enfim chegou, fui até o escritório do meu pai e desejei o feliz dia dos pais, logo em seguida comecei a dança, ele fingia estar prestando a atenção, mas as cobras chegaram e o velho Dionísio fez churrasco das mesmas bem na minha frente, assim como me xingou e mandou eu sair de seu escritório, os seus berros me apavoraram por dias e suas palavras até hoje me machucam, algumas coisas são impossíveis.
Até hoje eu nunca consegui dar o tal broche para ele e também não faço questão de fazer algo para ele, duvido que ele saiba que o meu aniversário esteja prestes a chegar, bom, meu pai não é o melhor pai do mundo, nem o pior pai do mundo, já que ele até tentou ser um bom pai para mim, por mais de tudo, eu amo esse velho estranho de um jeito bem estranho, mas amo, apenas não sei se ele realmente me ama ou realmente me odeia.

—Tiffany

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Re: Miss Nothing

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