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[MINISTRAL] Lilly M. Cancheski Grhal

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[MINISTRAL] Lilly M. Cancheski Grhal

Mensagem por Lilly M. Cancheski Grhal em Ter 13 Out 2015, 01:16

Lillian Cancheski Grhal
Defensor Público
Meghan Ory
Animaga Registrada
Humana
Hogwarts
Sonserina

História do Personagem

Era um dia muito tempestuoso quando Marianne deu a luz a gêmeas, isso menos de um ano depois de ter tido o pequeno Zacky, mas não foi sua intenção engravidar novamente, muito menos que as crianças viessem ao mundo, só que ela viu na continuidade de seu sangue algo que ela poderia usar a seu favor. As meninas de olhos castanhos esverdeados eram filhas de outro ser tão possuído por mal como Marianne, e Juliett eram proles de William Syddle Bolter van Black, sendo o sobrenome do meio um segredo até mesmo para Marianne.

A mulher nunca foi uma boa mãe, quando as meninas nasceram ela precisava de um pai para suas filhas, usou a influência de seu padrasto-tio, Frederick, o homem que a criou depois que seu pai Klaus faleceu, assim conseguindo conhecer pessoas de alta patente, entre essas encontrou Edgar Shells Cancheski, meio irmão do Juiz Loker Cancheski Collin. Edgar assumiu as meninas, fez mais, assumiu também a paternidade de Zacky, casou-se com Marianne e deu a ela seu sobrenome, trazendo suas filhas para família dele.

A mulher sempre quis cuidar para que as filhas tivessem um pé nas trevas, com as coisas funcionaram bem pra Marianne por anos, já que a mãe das filhas e do filho de Loker era uma velha amiga da mulher, Lady Mabelle LeBlanc, essa que se tornou posteriormente madrinha de Lillian. Uma coisa que Edgar ensinou muito bem a elas foi a se proteger acima de tudo, Lillian e Jullie nunca desconfiaram da paternidade de Edgar. Jullie não conseguiu, mas Lillian prosperou, tornou-se uma animaga fantástica, aprendeu a virar um grande tigre desde cedo.

No começo a pelagem era costumeira do animal, mas a inveja e a ganância de Marianne para com a filha fez com que ela amaldiçoasse Lillian, enquanto ela não sucumbisse as mesmas trevas a qual a mãe pertencia nunca se veria livre da pelagem branca. Marianne cansou-se de Edgar, o matou quando as meninas tinham sete anos e meio, fato que ninguém sabe que foi ela, afastou-se com as filhas da família de Edgar e ao deixá-las com Frederick sumiu no mundo.

Até que as meninas tivessem idade para a educação mágica foram criadas por Frederick e sua família, apesar de anos longe deles. Lillian se adequou mais do que Juliett, mas as gêmeas sempre estavam próximas uma da outra, o tipo de união que Edgar as ensinou a ter e que Marianne repudiava, não era pra menos, seus irmãos a odiavam por ser completamente o oposto do que seu pai pregava.

Lilly foi pra Sonserina enquanto Jullie foi ravina, Lillian sempre foi mais pra frente, logo o trem ela fez amizade com várias pessoas, Lucy, Joseph, Joe, entre outros mais. Ela sempre foi uma pessoa assim, cercada de amigos e sorridente. Uma coisa que sempre chamou muito sua atenção foi o quadribol, algo que ela abraçou como sendo a sua maior expressão de si mesma, a jovem Lilly amava o quadribol acima de si mesma as vezes, inicialmente ela se torou apanhadora o time, mas seu temperamento forte a levou a trocar de posição e virar batedora, posição que a levou aos Bally Castle's Bats por uma temporada.

Que ela era uma aluna que dava dor de cabeça a Elizabeth não era surpresa, com boas notas ela se torou rapidamente capitã do time, posição que largou tempos depois para ser monitora de sonserina, mas ainda era pouco para Lilly, o seu sexto ano ela alcançou o ponto mais alto, virou monitora chefe, quem diria, a meininha encrenqueira virara monitora chefe. essa época ela perdeu vários amigos, um dos que ela sentia saudade maior era Joseph, ela escrevia cartas, mas ele nunca retornava as mesmas, até que o começo do ano letivo ele fez algo melhor que retornar as cartas dela, ele fez uma visita.

Lilly e Joseph conversaram muito, riram do passado, de coisas que outros fizeram, contaram um pouco sobre suas vidas e na despedida, em plena comunal ravina, ele roubou um beijo dela, aquilo abriu um curto sorriso em seus lábios, ela sabia que o queria mais ainda. O último ano foi difícil, ano de sala vazia, apenas com Luch e muitas perdas, Lilly sobreviveu ao holocausto de halloween com as amigas inseparáveis, Lola e Sookie, ao se formar tornou-se professora de Mitologia, mas não durou muito, ela ganhou o mundo.

É engraçado pensar que ela, Lillian Luna, teve filhos, quatro biológicos, e claro, quando aqueles dois bateram em sua porta ela não pode os deixar de fora. Quando Joseph disse que não poderia dar a ela a família que Lilly queria ele estava errado, ele deu a ela muito mais do que a mesma pediu, deu quatro filhos e deixou que dois entrassem em suas vidas. Foram dias difíceis, criar tantos filhos e ainda ser professora, ela voltou a Hogwarts, primeiro TDCM, depois Criaturas Perigosas, mas agora Lilly era algo superior, enfim Snake Queen, cargo recebido das mãos da própria Elizabeth.

Foi um reinado a médio prazo, mas acabou findando-se, Joseph se foi e claro, Lilly não suportou perdê-lo para a morte, foi triste, ela que tato o queria, agora não podia tê-lo. Uma luz no fim do túnel apareceu com o nascimento de Milo, seu primeiro neto, e WOW! Pra quem achava que nossa garotinha problemática em teria filhos, um neto é um passo enorme.

Características Psicológicas
Lillian é completamente impaciente, um tato quanto inquieta, mas não é atoa, foi diagnosticada com déficit de atenção aos seis anos, desde então esforça-se ao máximo em tudo que faz para que isso não lhe afete.

É uma torcedora fanática dos Morcegos de Bally Castle, assistindo alguns jogos quando pode, não fale de quadribol perto dela.

Tem um temperamento arredio, mas é por causa de sua criação rígida, poucos sabem, mas Olga, vó de Lilly, batia a neta para que ela fosse a melhor possível, para que fosse a mais forte, a mais rápida, tudo por ser a filha mais velha.

Sente como se cada sonserino fosse seu filho, mesmo depois de não ser mais a diretora da casa, pois os viu crescer e evoluir como viu seus filhos começarem a andar.

Não conseguiu conjurar o patrono após a morte de Joseph, pois todas as lembranças que ela usava para conjurar o feitiço tem relação com o mesmo e depois de sua morte a dor parece superior a força das lembranças.

É firme, e as vezes chata demais, com os alunos pois quer que eles estejam preparados para o que a vida lhe der de mais difícil.

Narração de Cargo
  Costas alinhadas, blazer arrumado e uma Lilly bem na hora. Deixar Hogwarts foi uma das decisões mais difíceis da minha vida, isso envolve muitas coisas e pessoas, deixar meus filhos em meioa  um ano letivo, outro erro fatal, mas que eu estava superando aos poucos, eu jurei que ficaria, mas realmente não consegui, aquele lugar me causava alegria, mas bem perto dali que ele morreu, que ele me deu o primeiro beijo e também o último, minha vida tinha que recomeçar de alguma forma em que Joseph não tivesse envolvido.

Peguei alguns papeis que estavam sobre a mesa, analisei o que estava dentro dos mesmos, as pessoas cometiam alguns crimes bem estranhos ultimamente, bruxos não tinham lá um pudor para falar dos trouxas, falando sobre os mesmos, tinha um desfilando pelo Ministério da Magia como se fosse doo de cada uma das paredes, Malekith? Acho que era esse o nome, eu ri ao saber, pois como amante da mitologia nórdica, sabia que esse era o nome de um elfo negro, mas tudo bem, cada mãe nomeia seu filho como quer, a minha me deu o nome da mãe de um herói, sim do Potter mesmo.

Ouvi duas batidas na porta, fechei a pasta a minha frente, era a hora de mais um julgamento, esperava que esse fosse bem breve em relação a outros que levaram horas. Puxei a porta da sala devagar, e pude ouvir um barulho baixo da tranca. Caminhei entre os corredores, era diferente do que era em Hogwarts, as pessoas te olhavam de cato de rosto e claro ... Não estavam muito contentes ao te ver, nunca, independente de quem fosse. Quando adentrei o tribunal meus olhos encontraram Blake falando com outro homem, era estranho pensar que aquela mulher tinha sido uma menininha linda e que saiu de mim.

Ocupei um lugar, o que geralmente sentei nos outros três julgamentos que acompanhei. O réu foi trago e o homem se arrastava com correntes mágicas que por suas mãos, via-se que estavam muito apertadas, a cara dele também denotava isso, o homem olhava sempre para suas mãos, tentava movê-las ao mínimo. Quando ele foi empurrado contra a cadeira o homem que fez isso sorriu de lado e eu me ergui. - Senhor ... - Chamei a atenção do mesmo. - Esse homem ainda não foi julgado e mesmo que fosse, ele merece o respeito que a lei impõe, se não quiser que eu ... - Ouvi um pigarreio e olhei o homem mais velho meu lado. - O homem deve ser ouvido antes de mais nada - Concluí me sentando. Seria um julgamento longo, muuuuito longo por sinal.
@ RPG HOGWARTS MW 2010-2015
Lilly M. Cancheski Grhal
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Cargo : Defensor Público do Ministério da Magia


Varinha : Aveleira, Pena de Fênix, 32 cm, Pouco Flexível


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Re: [MINISTRAL] Lilly M. Cancheski Grhal

Mensagem por The Holy Death em Seg 19 Out 2015, 22:54

FICHA ACEITA, PERDÃO PELA DEMORA! BEM VINDA AO MINISTÉRIO DA MAGIA BRITÂNICO
The Holy Death
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Cargo : NPC


Varinha : Já ouviu falar na Varinha de Sabugueiro? Pois é, eu que criei '-'


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