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[MINISTERIAL] PATRICK JOHNSON CONWELL

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[MINISTERIAL] PATRICK JOHNSON CONWELL

Mensagem por Patrick J. Conwell em Ter 24 Nov 2015, 04:28

PATRICK J. CONWELL
CHEFE DO DEPARTAMENTO DE MISTÉRIOS
PATRICK J. ADAMS
NENHUMA
HUMANO
HOGWARTS
LUFA-LUFA

História do Personagem
 > Patrick, bruxo por parte de mãe e de pai, nasceu na pequena cidade de Oxford, localizada a 95 kilometros de Londres. Tinha uma pele, cabelos e olhos claros. Um rosto anguloso é um sorriso tímido. Sempre fora muito estudioso, reservado, educado e cortês. Seus pais não eram exatamente ricos, mas eles tinham uma vida muito boa em Oxford. Viviam numa casa que seu pai, Bernard, havia herdado do seu avô e este, por sua vez, tinha recebido a casa como herança do seu pai, bisavô de Patrick. 
A mãe de Patrick, Sarah, era uma bruxa bastante loura, magra e séria. Ela havia nascido em Glasgow, na Escócia, e se formou na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Depois da escola viajou o mundo versando-se em magia e mergulhando no seu profundo mundo. Começou a trabalhar no Ministério da Magia ainda muito nova, com cerda de 19 anos. Depois de dois anos trabalhando como Auror. Ainda como Auror, conheceu Bernard, um jovem bruxo que trabalhava como secretário do chefe de Cooperação Internacional em Magia, com quem começou a namorar e casou-se pouco depois. Foi promovida a um cargo de muita responsabilidade. Havia se tornado uma inominável, era responsável por investigações criminais. Passou cerca de 15 anos nesse cargo. Foi quando teve o seu primeiro filho, Derek, com pouco mais de 36 anos. Depois de voltar ao trabalho, assumiu o cargo de Chefe do Departamento de Mistérios. Aos 40 teve o seu segundo filho, Patrick. E continuou no cargo por mais quase 25 anos, quando se aposentou. 
Por outro lado, o pai de Patrick, Bernard, nunca teve uma vida muito agitada ou sigilosa. Terminou os estudos quatro anos antes que a esposa, motivo pelo qual não se conheciam. Trabalhou para o chefe de Cooperação Internacional em Magia por 12 anos, antes de ele mesmo se tornar o Chefe. Derek, o irmão mais velho, assim como o pai, havia preferido a vida dos gabinetes, ternos e gravatas. 
Porém, Patrick, havia preferido seguir os passos da mãe. Entrou em Hogwarts em Setembro de 2001 e acabou sendo selecionado para a casa da Lufa-lufa. Seu pai e seu irmão também tinham sido da Lufa-lufa, e sua mãe havia sido da Corvinal. O chapéu até tinha considerado que ele era um autêntico aluno da Corvinal, no entanto a sua veia da lealdade pulsava mais forte. 
No terceiro ano, mesmo a contragosto, entrou no time da casa como batedor. Na verdade ele era muito bom e só havia sido selecionado pois não tinham um batedor e seu irmão, que era o capitão na época, não conseguirá cobrir o desfalque do antigo batedor que se formará e tinha básica,ente o implorado para entrar no lugar enquanto não conseguissem substitutos à altura. Ele só foi substituído após o sétimo ano. No quinto ano, além de ter sido escolhido como monitor, foi o aluno da Lufa-lufa com a maior quantidade de N.O.M.s com a nota máxima. No sétimo ano repetiu o seu feito e mais uma vez conquistou a nota máxima em todos os N.I.E.M.s que prestou. Dessa vez ele ficou em segundo lugar geral da escola. 
Quando se formou já era melhor com uma varinha do metade dos bruxos que o haviam ensinado. Sempre buscou ajudar a todos que pudesse. Seus pais o deram uma viagem para comemorar a conclusão da escola. Ele escolheu visitar a escola de magia que ficava no Brasil e se aperfeiçoar em seus métodos de camuflagem e descobrir os segredos da botânica bem como os animais fantásticos que poderia encontrar na América do Sul. Por conta própria também visitou Israel, Romênia, Egito, Japão e Nova Zelândia. 
Retornou à Europa com 19 anos e entrou para o ministério da mesma forma que a mãe, como Auror. Aos 20 começou a trabalhar para a mãe como inominável de legilimência. Seus estudos no Egito foram essenciais para esse cargo. Depois de três anos ocupando o cargo de inominável de legilimência, sua mãe anunciou que iria se aposentar e que gostaria de treiná-lo para substituí-la, uma vez que ela ocupava um cargo de extrema importância e o seu sucessor deveria ser alguém que ela pudesse confiar todos os seus segredos, mistérios e memórias. Sendo assim, treinou o filho por mais dois anos e quando o julgou pronto, passou o cargo para este.

Características Psicológicas
 > Patrick sempre fora, desde pequeno, muito observador e detalhista. Sempre muito calado é reservado. Sempre adorou estudar por si só é nunca estava satisfeito com apenas aquilo lhe contavam ou ensinavam, buscando a fundo a cada informação absorvida, checando as fontes e procurando ouvir mais de um porto de vista. 
Sempre buscou olhar tudo por mais de um ângulo antes de tomar qualquer decisão. Sua pouca idade nunca fora um fator para atrapalhar como as pessoas o viam, devido à sua sagacidade. Preferia ser beijado por um dementador do que entregar um amigo ou revelar um segredo que a ele fora confiado. 
Sempre muito cuidadoso com cada passo que devia tomar é igualmente preocupado em esconder os seus rastros quando estava procurando algo novo. As palavras sempre estiveram ao seu lado, facilitando na hora de conversar com as pessoas e até mesmo descobrir algum segredo que estava encoberto. Sempre teve muito jeito com feitiços, principalmente aqueles de proteção. Patrick é autodidata, não sabia se isso era devido à sua curiosidade em descobrir as coisas ou se sua curiosidade era decorrente da sua condição. Embora foi um exímio duelista, preferia que as coisas fossem resolvidas com palavras, afinal esse era seu campo, e com palavras ninguém o derrubava. Já saiu de enrascadas com o auxílio de sua oratória. Havia herdado da mãe a introspecção e a sabedoria de sempre ouvir mais do que falar, para que as palavras fossem a sua salvação e não sua condenação. Sempre começou suas empreitadas com um objetivo em mente e depois usava de sua proatividade para alcançar esse objetivo. Sendo assim, sempre fez primeiro o mais importante. Jamais trocaria uma festa por uma pilha de exercícios que tivesse de resolver. 
Sempre usou de sua sabedoria para criar situações onde ele e os outros envolvidos saíssem no lucro. Procurar compreender para depois ser compreendido era o seu lema, afinal era um diplomata nato. Além de ser sempre justo com todos. Sempre teve as suas ambições, mas nunca deixaria que elas estivessem acima de qualquer ser. Dessa forma sempre criou sinergia onde quer que estivesse. Sempre que liderou clubes, grupos ou até mesmo em seu ambiente de trabalho foi admirado por seus subordinados, por assim dizer.

Narração de Cargo
 > Era Sábado de manhã, Patrick podia lembrar como se fosse hoje. Havia substituído sua mãe no cargo de Chefe do Departamento de mistérios havia pouco mais de três meses. Por ser final de semana, ele não precisaria ir para o Ministério da Magia. Acordou cedo, como de costume e foi para a cozinha, preparar o seu café da manhã, como de costume. Ovos, bacon, torrada e suco de abóbora. 
Antes que as torradas estivessem prontas viu uma ave negra pousada ao peitoril da sua janela e abriu o vidro para que a mesma pudesse entrar. Presa à sua perna, com uma corrente dourada, estava um envelope pardo com o timbre do Ministério. No envelope ele pode ver uma carta, com a caligrafia fina, inclinada para a esquerda é muito elegante, onde pode ler – Patrick, receberemos hoje pela manhã uma carta sobre você-sabe-o-quê. Receberemos, também, informações, sobre o paradeiro de duas das Profecias Perdidas. Desculpe-me por ter incomodado-o em pleno final de semana, mas você solicitou saber imediatamente.

Inominável da Astrologia.

O inominável, provavelmente, havia tido visões do que iria acontecer e caso Patrick saísse de casa agora, encontraria o material em sua mesa quando chegasse na sua sala. Embora não precisasse trabalhar no final de semana, tinha tanta sede nessas informações quanto um apanhador tinha em um pomo de ouro. Não poderia esperar até a Segunda-feira. 
Terminou de tomar o café da manhã e vestiu seu terno com um aceno de varinha e se dirigiu à lareira, jogou um pouco de pó de flu, e quando sentiu as chamas lamberem suas pernas como um hálito morno anunciou o seu destino. Depois de algumas lareiras que passaram por ele girando rapidamente, chegou à sua sala. Como havia esperado, encontrou alguns matérias na sua mesa. 
Dois pergaminhos enrolados e selados de forma que não poderia abri-los manualmente. Tocou o primeiro com a ponta da sua varinha e ele desenrolou-se. Pôde ler que duas das Profecias Perdidas, que prediziam os próximos 400 anos, haviam, aparentemente sido encontradas em um antiquário trouxa no sul Rússia. 
Mandou um memorando interdepartamental para o Quartel General dos Aurores, para que um pequeno grupo fosse checar a informação. Os  globos, segundo a caraca, estavam sendo vendidos como objetos de decoração. Patrick não queria nem imaginar se as profecias fossem parar em mãos erradas com as coisas como estavam naquelas situações. Sua mãe teria ido pessoalmente checar a informação, mas ele tinha algo mais importante para fazer no momento. 

- Mamãe! – ele falou como se tivesse levado um choque. Tinha esquecido completamente que havia marcado de visitá-la naquele dia. No mesmo instante conjurou o seu patrono e deixou-a apar de tudo o que estava acontecendo, tomando cuidado de não falar nada demais e usar alguns códigos que ela entenderia após tantos anos naquele departamento. 

Voltou sua atenção para o segundo pergaminho é mais uma vez, com um toque de varinha abriu e leu. Não podia ser. Ele vinha desconfiando havia alguns meses que os bruxos Espanhóis e Portugueses estavam montando uma aliança para atacar o Ministério Inglês. Segundo alguns informantes, eles acreditavam que os Ingleses estavam aliados aos Búlgaros e os Americanos com o intuito de tomar por assalto os seus Ministérios e forçar goela abaixo que o Ministério Inglês seria o único com poder sobre todos os outros ministérios europeus. Para isso estavam se armando como podiam e queriam planejar um ataque para o próximo mês, enquanto o ministério estivesse recebendo outros ministros para uma reunião de paz. Mandou mais memorandos, dessa vez mandou até para a própria ministra. Marcou uma reunião para a próxima segunda-feira. Nela estariam presentes, além da Ministra, os departamentos de Cooperação internacional em Magia e o Comandante dos Aurores. 
Saiu da sua sala para checar como estavam os inomináveis e o progresso deles. Ficou no Ministério até o final da tarde, quando dois aurores o chamaram pra lhe entregar apenas uma das profecias, pois a outra já havia sido vendida para alguns trouxas turistas. Pegou o globo do tamanho de uma bola de futebol d foi para a sua sala. Para a sua surpresa a sua mãe estava lá, os cabelos presos em um coque e um belo sorriso, enquanto estava sentada na cadeira que havia sido sua por tanto tempo.

- Achou que eu não viria para ajudá-lo, meu querido? – falou Sarah com os olhos faiscando. – Vamos lá, ouviremos essa profecia juntos.  

Patrick sentou-se em frente à sua mãe e pousou a bola em cima da mesa e a encarou. Ergueu a varinha e tocou a esfera.
@ RPG HOGWARTS MW 2010-2015
Patrick J. Conwell
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Cargo : Chefe do Departamento de Mistérios


Varinha : Um Graveto.


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Re: [MINISTERIAL] PATRICK JOHNSON CONWELL

Mensagem por The Siren Song em Ter 24 Nov 2015, 16:05

Ficha Aceita!
Confesso que fiquei encantada com a descrição da personalidade de seu personagem. Gostaria muito de vê-lo exercendo a função escolhida. A situação fictícia que o mesmo criou na narração de cargo também me agradou bastante. Bem-vindo ao Ministério da Mágia!
PS: Em breve o senhor ganhará rank e cor.
The Siren Song
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