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[RAÇA] - Françoise P. Cancheski

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[RAÇA] - Françoise P. Cancheski

Mensagem por Arizona Cancheski em Ter 05 Jan 2016, 16:28

Lenora Arizona Le Blanc
Vampiro [Trindade]
Kathleen Erin Walsh
Vampiro
CARGO
Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
Corvinal

POR QUE VOCÊ DESEJA ESTA RAÇA?
  > A raça escolhida é de extrema importância para o desenvolvimento da trama pessoal da personagem, visto que ela percorreu grande parte do mundo e sobreviveu graças a mesma. Devo levar também em consideração que ter portado a raça vampiro, fez com que Lenora tomasse as decisões de qual caminho seguir, uma vez que nasce em uma família comensal, mas não escolhe de fato ser uma, depois de passar um tempo em Azkaban, sua mãe a encontra levando-a para a morte afim de perdoá-la por ter entregado a família, contudo, a jovem não morre, e o vampirismo toma conta das suas células dando-lhe certa força para continuar estudando, conhecendo e combatendo às trevas.

Características Psicológicas
  > De semblante sem muitas expressões, Lenora parece um pouco mais fria do que é, mas nem tudo é o que aparenta ser. É capaz de sentir os sentimentos mais humanos possíveis, porém, lida com eles de uma forma diferente: escondendo-os. Com o passar dos anos, descobriu que o sofrimento passa mais rápido quando calado e a alegria dura um pouco mais, mas não teve tantos momentos alegres assim na vida, então sente-se desprovida do mundo cor-de-rosa onde tudo fica bom no final, até porque já provou várias vezes de um final azedo. É extremamente inteligente e calculista, pensa em cada parte do todo quebrando as barreiras sistêmicas. Embora seja inteligente, não usa muitas estratégias, sendo levada algumas vezes pelo impulso, impulso o qual já fez algumas cabeças rolarem. É um pouco debochada e cínica, não economiza ironia, mas pode ser uma boa amiga caso a pessoa realmente mereça.

Narração de Raça
  > Meu corpo estava fraco a verdade é que eu já não tinha força alguma. Ficar em Azkaban e sair viva foi realmente a prova de que o meu corpo e a minha mente pode suportar muito mais do que eu imagino. Por dias, a minha única companhia era uma estrela que eu conseguia enxergar por um pequeno espaço entre uma pedra e outra que havia no cando do lugar em que me jogaram. Engana-se aquele que pensa que os Comensais não estão no poder. eles não só estão como sempre estiveram. Estão em todas as partes, Ministério, Mungus, Profeta, Azkaban. Disso eu sei. É assim que eles conseguem tudo o que querem, bem como colocar alguém inocente por dez anos dentro de um lugar como aquele. Eu quase morri. várias vezes. E foi assim que eu nem cheguei perto de conseguir escapar, eu nunca consegui minha própria liberdade, eu estava longe de estar no comando da minha própria vida. 
Um dos capangas da minha mãe me pegou pelo braço e me levou até o Castelo dos Le Blanc. Já era noite, enquanto eu adentrava o lugar que eu jurei nunca mais colocar o pé, eu observava uma pequena estrela no céu, na esperança de que eu arrancasse forças para fugir. Eu traí sim minha família, eles me arrancaram o direito de escolha e isso não é justo. Todos eles estavam em pé em volta da mesa, Brigitte, a madame sou foda, vulgo minha mãe, estava em na ponta da mesa, vestindo um casado de pele braco e usava luvas de couro. As rugas estavam bem mais visíveis em seu rosto. Ela estava horrível na verdade. - Ora, ora... Olha quem chegou. - Era sério aquilo? Ela mandou me sequestrar e ainda consegue ser um poço de ironia. Aprendi com ela mesma, vaca. - Não vai falar nada? - Permaneci em silêncio, um bom bruxo sabe a hora que deve calar. Ela veio caminhando na minha direção, um dos capangas dela ainda me segurava, mas eu nem ao menos me movia. - O que foi? O Dementador comeu sua língua? - A piadinha idiota veio seguido de alguns risos de meus primos e meus tios que me olhavam com desprezo. O único que parecia não gostar do show que Brigitte estava fazendo era Vladmir, meu primo que também se sentia como eu quando criança, mas Vladimir nem ao menos conseguia me olhar nos olhos. Rapidamente cuspi no rosto de Brigitte a encarando com uma expressão mais cínica do que a dela com um sorriso no canto dos lábios. Os risos sessaram e o seu tapa atingiu o meu ouvido me deixando tonta. Depois de alguns segundos de zunido segurei o riso enquanto levantava a cabeça vagarosamente encarando-a nos olhos. - Eu vou te matar. - Sussurrei com um sorriso no rosto. - Não. Eu vou te matar. - Ela retrucou.
Em instantes eu estava presa em uma mesa, braços e pernas esticadas e sem força alguma para lutar contra a minha excelentíssima mãe, imagina com todas aquelas pessoas? Eu nem sabia o que passava pela cabeça pervertida dela. Um crucio percorreu o meu corpo, eles começaram a rir e brindar com suas taças que contia um liquido vermelho. Outro crucio. Dois. Eu já não conseguia ouvir mais nada, além de uma oração em latim vinda de algum lugar da sala. Eu era o proco deles, o banquete de cada um. Vladimir estava parado na minha frente com as mãos para trás, aos poucos todos olharam para ele. Ele parecia um tanto quanto incomodado com a situação, diferente dos outros. Ele foi se aproximando e seu semblante foi substituído por algo que nem ao menos consigo explicar. Eu só conseguia enxergar os seus dentes, caninos afiados. Fechei os olhos e relaxei, tentei relaxar pelo menos. Ela tinha razão, iria me matar que havia nada que eu pudesse fazer. Senti os caninos de meu primo perfurando de forma clichê o meu pescoço, um espasmo envolveu o meu corpo e então a dor percorreu cada centímetro, e aos poucos eu fui ficando inconsciente. Eu já não ouvia mais o barulho de risos ou qualquer outra coisa, mas estranhamente podia sentir a respiração de Vladmir me encaminhando para a morte. "toma, toma... toma Lenora, Toma."Escutava vagamente enquanto um líquido um pouco expeço era derramado em minha boca. Era bom. E então senti suas mãos envolvendo o meu pescoço até que perdi completamente o ar.

Eu não podia mais pensar, certo? Mas senti certos estímulos no meu corpo, Aos poucos fui abrindo os olhos como quem acordou de um pesadelo, meu maior medo era voltar para Azkaban, acordar e estar lá. Mas eu não estava. Foi então que percebi estar num quarto escuro com Vladmir ao meu lado. Eu não estava entendendo mais nada. - Eu não queria te matar. Eu não podia fazer isso com você, no entanto eu não sei se tomei a decisão certa... Se você queria isso. - Movi os dedos lentamente até agarrar sua mão. Ele olhava para o chão, estava imóvel. - Eles saíram logo depois, eu aproveitei e... Ah... Fran, Przepraszam. - Do que ele estava falando afinal? Não precisou muito tempo para eu entender, aqueles dentes... A mordida, a bebida, as mãos me sufocando. Ele me salvou! - Vladmir! - Ele olhou para mim um pouco envergonhado. Sentei e passei a mão no cabelo. - Nie wiem, jak mogę podziękować za... - as palavras eram um pouco vagas. Suspirei, eu precisava agradecer realmente. - W porządku. - Ele apertou minha mão e lhe ofereci um sorriso gentil. Passei a outra mão pelo meu pescoço e fechei os olhos. ela nunca mais poderia me atingir. Nunca mais. - Dziękuję bardzo. - Sussurrei abraçando-o. Vladmir me envolveu em seus braços e então eu sorri. "Eu já estou morta, mamãe." Pensei exibindo um sorriso sacana nos lábios.
@ RPG HOGWARTS MW 2010-2015
Arizona Cancheski
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Cargo : Professora de Estudo do Combate às Trevas


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